<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4768148670524095309</id><updated>2011-10-04T15:41:00.203-03:00</updated><title type='text'>Alusão ao Desencanto</title><subtitle type='html'>A estranheza do desconhecido</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Alusão ao desencanto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06830009798581670058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_TEMC3apS_bk/StSYwEW2hvI/AAAAAAAAAAs/vqC0qCmsXvg/S220/JC.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>49</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4768148670524095309.post-4363726796167435873</id><published>2011-06-01T00:39:00.001-03:00</published><updated>2011-06-01T00:41:28.385-03:00</updated><title type='text'>o futuro de uma ciência....</title><content type='html'>A Psicologia é uma profissão bastante desprezada por não existir divulgação sobre a sua importância para a sociedade. Não é raro mesmo nos dias de hoje, vermos dúvidas dos que desconhecem da profissão, em relação à sua funcionalidade, e muitas vezes, em relação à associação que fazem da Psicologia com a loucura. Sabendo sobre as dificuldades que existem em estudar a subjetividade humana, podemos entender que estamos ainda longe de atingir uma estabilidade que possa garantir no olhar social a compreensão do quão importante é a Psicologia. &lt;br /&gt;Venho por esse meio de comunicação, expressar a minha indignação diante daqueles que pretendem ser psicólogos um dia. Apesar de ser um estudante de Psicologia, não me recuso a dizer sobre as deficiências dos que estudam essa área. Primeiro ponto que quero salientar é a seguinte questão; Muitos procuram o curso de Psicologia, com o objetivo de buscar um sentido para as suas angústias, isso não quer dizer que seja todos, mas uma grande parte. Segundo ponto, é o encantamento com o fato de “gostar de ajudar os outros”. Desde que ingressei na universidade, não me conformo com esse modelo de pensamento, pois penso que é justamente tais raciocínios que interferem na qualidade da profissão, e desse modo, faz dela um motivo para uma má compreensão social. &lt;br /&gt;Entendo a Psicologia, no seguinte ângulo; é necessário entender que se meu objetivo é lidar com a interação paciente-psicólogo, é preciso antes de tudo me conscientizar que preciso me entender, para partindo do entendimento sobre o meu próprio eu, ser capaz de entender o outro, pois é assim que se faz a verdadeira terapia, em que a profissão estará interligada com a sua funcionalidade real. O fator “ajuda” é a conseqüência dos verdadeiros instrumentos, que é o “ me entender” e “entender o outro”. A ajuda não está em quem o paciente procura, mas sim naquele que busca ser ajudado (ou seja, nele mesmo). O fato de buscar uma ajuda, já é se ajudar. O que consigo perceber dentro do curso de Psicologia, é a forma distorcida que ele é visto. Por exemplo, muitos desconhecem da profundidade da qual esta área faz referência, e muitas vezes ignorando esse dado, flutua na superfície de uma vaga idéia de que ser psicólogo é lidar com aquilo que simplesmente está aparente. É claro que por este meio, entraremos em teorias psicológicas que nos levará a um extenso debate, e discordâncias, mas o que quero levantar para o destaque, é que o estudante de Psicologia necessita urgentemente entender que ele não será um bom profissional, se não entender as reais funções do que ele estuda, e muito menos, se ele não se dispuser a fazer uma terapia, para concluir o objetivo primordial, o “se entender”. &lt;br /&gt;Quem pouco reflete, se distancia cada vez mais da finalidade do estudo psicológico. Psicologia é a reflexão sobre o homem, sobre os seus comportamentos, as formas nas quais conseguimos estabelecer interações. Mas não só isso é necessário compreender a existência da sensibilidade, que para muitos, “sensibilidade” é uma hipérbole da vida. Para esse efeito, é preciso procurar por uma terapia, para conhecer questões que jamais havia refletido, e além disso, perceber que é capaz de sentir, e compreender o sentido da “sensibilidade”, elemento bastante importante para a descoberta do homem, enquanto objeto de estudo. Enquanto não houver interesse em entender a real função da Psicologia, jamais haverá importância naquilo que se refere a ela ( que é bastante importante para o crescimento do homem, em todos os aspectos). Estudar Psicologia, é estudar a natureza humana em sua profundidade!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Corumba&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4768148670524095309-4363726796167435873?l=alusaoaodesencanto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/feeds/4363726796167435873/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4768148670524095309&amp;postID=4363726796167435873&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/4363726796167435873'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/4363726796167435873'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/2011/06/o-futuro-de-uma-ciencia.html' title='o futuro de uma ciência....'/><author><name>Alusão ao desencanto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06830009798581670058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_TEMC3apS_bk/StSYwEW2hvI/AAAAAAAAAAs/vqC0qCmsXvg/S220/JC.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4768148670524095309.post-5610385947840971204</id><published>2011-04-16T19:49:00.002-03:00</published><updated>2011-04-16T19:52:15.755-03:00</updated><title type='text'>Recado para quem amo que se foi</title><content type='html'>"O sagrado se vai na experiência de uma vida&lt;br /&gt;dividida e secreta, o escuro é a própria vida,&lt;br /&gt;a morte é só o começo de um novo quadro belo.A &lt;br /&gt;beleza que deixaste se demonstra em forma de respeito&lt;br /&gt;e sabedoria, riqueza plena que em mim se revela raíz.&lt;br /&gt;Agradeço pela sua passagem e os seus atos paternos mais&lt;br /&gt;marcantes.&lt;br /&gt;OBRIGADO! João Paulo"&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4768148670524095309-5610385947840971204?l=alusaoaodesencanto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/feeds/5610385947840971204/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4768148670524095309&amp;postID=5610385947840971204&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/5610385947840971204'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/5610385947840971204'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/2011/04/recado-para-quem-amo-que-se-foi.html' title='Recado para quem amo que se foi'/><author><name>Alusão ao desencanto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06830009798581670058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_TEMC3apS_bk/StSYwEW2hvI/AAAAAAAAAAs/vqC0qCmsXvg/S220/JC.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4768148670524095309.post-7165687234563682919</id><published>2011-04-15T16:06:00.001-03:00</published><updated>2011-04-15T16:09:32.916-03:00</updated><title type='text'>A morte e o amor: O retrato da vida.</title><content type='html'>Quando o homem compreende realmente que está ligado à vida? Eu diria que parte de de um pouco dos seguintes princípios: O princípio do se amar, amar o outro e ser amado e  um pouco do princípio do saber que está perto de morrer seja pelo impacto causado pelo envelhecimento, ou seja, por uma notícia de uma doença fatal. Diante desses princípios citados, costumo refletir que o homem passa pela vida de maneira despercebida, e só depois que os seus desejos não são apenas desejos e sim direcionamentos, sentimentos, é que o homem se compreende um ser vital.Não costumo pensar sobre as necessidades fisiológicas, como a satisfação da fome por exemplo, como uma estrutura primordial/inicial como pensa Maslow, que nos fazem sentir em contato pleno com a vida para partirmos para novos interesses, mas sim como uma segunda parte de um processo para a construção dos impulsos que nos levam a tal pulsão de vida, pois a primeira parte desse processo é o próprio impulso para satisfazer as necessidades fisiológicas, isto é, o amor/relacionar-se que Maslow sugere em sua hierarquia da motivação ao meu modo de refletir, está na primeira hipótese enquanto entendermos a ligação com à vida como uma motivação, pois a sensação de segurança e a satisfação das necessidades fisiológicas fazem parte do próprio impulso da sobrevivência enquanto uma estrutura já estabelecida, pois o amor, é inerente a capacidade de compreensão da vida como fonte  de novas sensações que auxiliam as nossas estruturas, e não como partes originais de nossa estrutura psíquica.&lt;br /&gt;Analisando deste modo, é possível penetrar na infinita complexidade do ser humano, não totalmente, mas conseguir abordar algumas partes desse infinito humano que se classifica emocional e racional. A emoção existe por si só, não há esforço que lhe construa, não necessita de nada, possui uma vida por conta própria, enquanto para a racionalidade, o indivíduo precisa de um esforço para que possa emergir a um grau empírico que seja definitivamente válido. Diante da morte refletimos sempre sobre a morte do outro, e nunca sobre a nossa morte. Sigmund Freud, já dizia sobre essa nossa limitação para se pensar em nossa própria morte, pois se pensarmos ou sonharmos com a  nossa morte, não poderíamos relatar tal pensamento/sonho, pois o que morre perde a voz, logo, não seríamos o protagonista da morte, mas sim espectadores dela, desse modo, jamais podemos pensar, sonhar com a nossa própria morte. Podemos então dizer que diante da afirmação dita acima, podemos provar que desde o primeiro pensamento sobre a morte (do outro) significa que já nos encontramos ligados à vida? A essa indagação, parte do segundo princípio dito no começo, o princípio do saber sobre a própria morte por meio do envelhecimento ou por uma doença fatal. O indivíduo como diz Freud, jamais conseguirá pensar/sonhar em sua própria morte, sempre que ele diz ter pensado/sonhado em sua própria morte, ele não tem consciência plena disso, porque no fundo o que ocorre é de fato um assassinato, e não um “suicídio”. Então, partindo desse pressuposto, o que se pode notar é que pensar na morte já é se sentir ligado à vida, mas por um meio muito vago se não levarmos em consideração sobre o sentimento do amor próprio, e os investimentos amorosos para um objeto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O investimento libinal de objetos não aumenta o amor-próprio. A dependência do objeto amado tem efeito rebaixador; o apaixonado é humilde. Alguém que ama perdeu, por assim dizer, uma parte do seu narcisismo, e apenas sendo amado pode reavê-la. Em todos esses vínculos o amor-próprio parece guardar relação com o elemento narcísico da vida amorosa. (FREUD, Sigmund. Introdução ao Narcisismo, 1914, p.46)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato de perdermos uma parte do nosso narcisismo quando estamos investindo em outro objeto, é de certo modo gratificante do ponto de vista de uma transformação no sentido evolutivo do ser humano, isto é, podemos então garantir um sentido a nossa existência por meio do que nos sugere a sobrevivência, um contato de dependência, pois é justamente pela dependência dos outros que sobrevivemos. Segundo Sigmund Freud, “quem não ama, adoece”, e é justamente nesse adoecer que o que nos liga à vida, se desconstrói, e uma nova realidade assume o nosso comando, sendo que esta por sua vez, possui um acesso a não-vitalidade. A reunião de seres humanos na própria existência constata que o olhar do outro é o espelho da nossa vida, pois é a partir do outro que nos orientamos, o outro nos serve como um mapa para o nosso estabelecimento no aqui, no agora. O amor nos garante a cura para suportar a vida, sendo assim, a possibilidade de ligação para com ela, e o saber sobre a própria morte por intermédio de uma aprendizagem vicária diante daqueles que já morreram. Estamos ligados à vida, quando estivermos convictos que a morte existe através da razão, e quando estivermos convictos que o amor em nós existe, através das sensações de perda de uma parte ou diminuição do amor-próprio, e de conquista pelo objeto desejado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CORUMBA, João Paulo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4768148670524095309-7165687234563682919?l=alusaoaodesencanto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/feeds/7165687234563682919/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4768148670524095309&amp;postID=7165687234563682919&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/7165687234563682919'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/7165687234563682919'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/2011/04/morte-e-o-amor-o-retrato-da-vida.html' title='A morte e o amor: O retrato da vida.'/><author><name>Alusão ao desencanto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06830009798581670058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_TEMC3apS_bk/StSYwEW2hvI/AAAAAAAAAAs/vqC0qCmsXvg/S220/JC.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4768148670524095309.post-214844674277183684</id><published>2011-04-03T10:28:00.004-03:00</published><updated>2011-04-03T11:30:51.881-03:00</updated><title type='text'>A visão social diante da psicose</title><content type='html'>A singularidade do homem, enquanto ser é mantida ao nosso entendimento pela própria intuição intelectual, mas a nossa relação com o mundo vive o plural existente em nosso mundo circundante, pois qualquer tipo de interação seja ela de qualquer natureza tende a uma forma pluralizada de existir. Um comportamento é apenas um comportamento, mas uma mente não é apenas uma mente. O que quero dizer com isso é justamente a idéia de que as nossas formas de nos expressar existem de vários modos adequados à mente na qual possuímos, assim como já dizia o filósofo Aristóteles: "O ser se exprime de muitos modos, mas nenhum modo exprime o ser. O ser de diz em vários sentidos". A forma no qual entendemos o mundo é interpretada no começo como singular, e não numa forma ampla (pluralizada), pois a intuição intelectual ela se torna universal na medida em que interagimos (trocamos informações), mas até esse processo se completar totalmente, agimos de uma maneira puramente "eu". Ser puramente "eu" é uma necessidade humana de “exibir” ao mundo o seu encanto por si mesmo. Mas esse processo de exibição, não seria de certo modo, interagir com o mundo?&lt;br /&gt;Aprofundando-me melhor dentro do meu hábito de refletir, pude perceber que ser puramente "eu" não consiste em uma interação com o mundo, pois este não necessita comunicar-se para concretizar seus desejos. O psicótico, por exemplo, ele interage com o mundo indiretamente, pois este se encontra dentro de uma sociedade, por mais que ele não tenha consciência disso. A interação social é uma forma de eliminarmos o "puramente", mas isso não justifica dizer que o "eu" se prejudica com isso. É um processo de amadurecimento, se analisarmos de um modo que o direcionamento do eu para com o mundo necessita de algumas restrições. Com o psicótico, o eu não se resume, se justifica com o "puramente", por isso é excluído da sociedade mesmo permanecendo dentro dela. Certa vez ouvi um comentário que trazia tal expressão: "O psicótico é banido da sociedade, porque é incapaz de produzir". Tal expressão me chamou atenção para o fato de que a nossa interação tem como papel principal, a produção, seja ela de qualquer natureza (produção de afetos, produção econômica, etc..). E quando não se produz, é porque se trata de um ser doente que precisa ser retirado de dentro dos padrões que a sociedade exige. Mas pensando friamente, como que devemos entender a expressão aristotélica, "o ser se exprime de vários sentidos”? Seria renunciar a tal pensamento e o condenar como impróprio para os parâmetros de aceitação da própria sociedade? &lt;br /&gt;A expressão de Aristóteles me soa profícua, ao modo em que não questionamos a forma de existir de cada um. Não me refiro ao contato com o erro diante desse pensamento, muito pelo contrário, essa expressão está na universalidade da nossa intuição intelectual. O que me refiro, é ao fato de que se somos ditos de vários sentidos, é porque é característico de nossa existência essa forma de ser, e que essa maneira  de ajustar o ser a um padrão, tende a proteger a patologia do que ignorá-la ao buscar uma "cura". Justamente nesse ponto que entra uma sociedade doentia, que encara o comportamento como profícuo, muito mais que a própria mente, que esta por sua vez não é singular, e sim mais ampla do que se pensa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Corumba&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Um comportamento é apenas um comportamento, mas a mente não é apenas uma mente"-JPC&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4768148670524095309-214844674277183684?l=alusaoaodesencanto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/feeds/214844674277183684/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4768148670524095309&amp;postID=214844674277183684&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/214844674277183684'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/214844674277183684'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/2011/04/visao-social-diante-da-psicose.html' title='A visão social diante da psicose'/><author><name>Alusão ao desencanto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06830009798581670058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_TEMC3apS_bk/StSYwEW2hvI/AAAAAAAAAAs/vqC0qCmsXvg/S220/JC.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4768148670524095309.post-3503040700005865657</id><published>2011-02-20T05:32:00.006-03:00</published><updated>2011-02-20T06:21:16.522-03:00</updated><title type='text'>A cegueira de quem ver</title><content type='html'>Em pontos de partida para o acaso, o mudo diante dos que não possuíam razão se fez estético em sua estrutura, pois desse modo não se sentiria impotente por mais uma tentativa ineficiente de retirar palavras de sua boca. Talvez pudesse pensar em uma opção melhor de expressão, talvez remoendo com a face o que não pretendia concordar, ou quem sabe, até mesmo provocando outros gestos que chegassem a altura da comunicação que não conseguia alcançar, ou um pouco perto dela. Enfim, nada fazia, e oferecendo ao externo o silêncio do seu ser, se fez condenado na penitência que é concordar com o meio de fracasso que há dentro de si, pois era assim que por ele era visto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato não está na dimensão do que flui ao seu campo racional, mas sim ao seu efeito reflexo que se perde numa concepção de algo decepado, onde se sente perdido em seu existir por não fazer da sua própria existência um comando ativo por uma voz que se aplica a questionar sobre o que se tem como erro. Vemos muitos mudos por dentro dessa existência que não nos diz nada, que já é muda por natureza, e totalmente incentivadora de buscas pelos seus maiores conceitos de importância. Falar nos mudos é como falar nos cegos, nos surdos, nos que fazem do existir uma aposta com a paciência da submissão. Não me interesso por contatos diretos com a simplicidade que criamos para nos sobressair diante do medo de admitirmos que tememos a nós mesmos. Nossa habilidade de sermos densos covardes com pura consciência se faz no questionamento claro de um pensamento clássico: "O coração tem razões que a própria razão desconhece". Não sei o que virá de dentro de minha profundeza, logo temo que o meu sombrio me esclareça o caráter da minha própria incompetência de saber.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saber reduzir a queda, é saber aumentar a inócuidade da verdade íntima, saber esse que pretendo distância absoluta. Não vejo o ser como um ser que aprecia a sua ordem reflexiva, mas sim como um carrasco do que significa "esclarecer-se". Nada em volta e mais um passo para trás, é sempre assim o bruto sem natureza do ser, que se avança em um momento, não suporta o sucesso e retrocede o dobro daquilo que conseguiu no avanço. O medo é um ser na cruz, um organismo apático diante da ordem onde lidera a angústia, e este se identifica com ela, não por se entender como ela, mas por medo de recusar e esta se tornar mais severa. De fato compreendemos aí então, um alívio pelo fator conformado da falta de esperança, estendendo assim o sentido de ser com o sentido que carrega uma força auto-destrutiva. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao mesmo tempo em que se caminha para a vida, o que nos investe é de fato a sentença mortal, é o sacrifício do luto pela análise própria bem sucedida, na qual esta já se faz morta em seu próprio alicerce, em seu próprio início, em seu denso domínio. Ser o que existe não é necessariamente existir, mas sim ser, assim como os inativos que se comportam mudos, surdos e cegos,  e desenham no simbólico dos que estão no "existir" um flutuante acabar de racionalização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Paulo Corumba&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Quadros pintados pela consciência demonstram traços borrados pela necessidade humana de reprimir a transparência interna." JPC&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4768148670524095309-3503040700005865657?l=alusaoaodesencanto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/feeds/3503040700005865657/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4768148670524095309&amp;postID=3503040700005865657&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/3503040700005865657'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/3503040700005865657'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/2011/02/sanidade-entre-ideai.html' title='A cegueira de quem ver'/><author><name>Alusão ao desencanto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06830009798581670058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_TEMC3apS_bk/StSYwEW2hvI/AAAAAAAAAAs/vqC0qCmsXvg/S220/JC.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4768148670524095309.post-741748162152465441</id><published>2011-01-06T03:40:00.001-03:00</published><updated>2011-01-06T03:52:01.083-03:00</updated><title type='text'>Vontade de ser patológico</title><content type='html'>Analiso a vida humana como uma fonte que transborda numa superfície estética de amor e ódio na representação original dos movimentos de tensão diante de nossas extremidades internas.&lt;br /&gt;A concepção sobre a patologia da alma, parte da existência de uma privacidade do Eu que se comporta de forma desfuncional. Mas o assunto que aqui pretendo levantar não se aprofunda a uma questão científica de fato, e sim a um pensamento próprio que pode ser levado em conta ou não, dependendo evidentemente da interpretação de cada um que aqui faço questão de respeitar. &lt;br /&gt;Há uma dívida entre o prazer e o desprazer, em que o homem que financia a longo prazo precisa aos poucos pagar com as suas angústias e com o seu aliviar de tensões. É bastante conveniente acharmos que nossa vida jamais poderia ser provida de valor se o desprazer não acompanhasse o prazer, e vice-versa. Os nossos objetivos se baseiam na presença e na ausência de algo, por isso mesmo que definimos nossa existência em um referencial de equilíbrio. Nossa capacidade de não entender coisas que para alguns parecem óbvias é muitas vezes dada ao fracasso pela voz dos estrangeiros de nossas vidas que surgem como espiões de nossos desejos, do nosso pensar, de nossas angústias. Poderíamos renunciar tal pensamento e não nos dirigir como plenos paranóicos em total atividade.&lt;br /&gt;A vida é vista de um ângulo que muitos desejam designar de ângulo do abismo, ou talvez, de ângulo do ápice espiritual. O que seja, toda essa vontade de saber sobre as direções, sobre a origem dos sentimentos, correspondem a minha forma de refletir como uma vontade de ser patológico, como uma firme dependência de se submeter a viver a questionar sobre si mesmo já com uma intenção em saber sobre a patologia que sem diagnósticos antecedentes já julga ter. Essa forma de enxergar a vida por um aspecto de hipóteses fóbicas, interrompe ao meu entender o processo de conhecimento próprio, se tratando de uma limitação interna que se lança eficiente  sobre o externo, mesmo que a origem desse lançamento esteja na interioridade e seja o que  faz mover tal conduta. &lt;br /&gt;O delírio social a meu ver consiste na caminhada que leva o homem ao prazer por meios que contradizem o gozo no final de sua concretização. Por exemplo, o prazer se afirma na explicação própria por meio da satisfação, renunciando assim todo o montante afetivo que se resultava em angústia, esse montante é renunciado e o prazer  invade o cenário psíquico. O desafio é preservar tal gozo, algo demonstrado como muito díficil, pois se existe prazer e isso é associado a um estado estável, a mesma associação se empobrece por não ter consistência diante da compatibilidade daquilo que carrega de fato estabilidade. O prazer morre sempre pelo seu sucessor, eis a questão; desejo é fome de desejo que morre faminto. A meu ver o prazer é uma parte do desejo, só que de uma forma mais madura, embora, não sobreviva como o esperado. Partindo para o ponto que pretendo chegar, trata-se da seguinte questão; Porque nos entendemos patológicos quando o prazer desaparece? A Psicanálise pode contestar  esse ponto de vista, fazendo referência ao que existe na neurose obsessiva, embora isso seja bem vindo ao meu entendimento, não quero me resumir apenas a uma explicação que aplica ao conflito um sentido único, e sim dar a esse questionamento um sentido filosófico que possa se manifestar não como uma definição do Eu, mas sim como uma saída que o Eu está procurando para se encontrar, sendo que da forma mais densa possível. Essa saída que acabo de informar, penso como uma vontade, que se realiza  na direção da patologia, embora não alcance de forme eficiente, pois diante de seres que se comportam de forma tal, parece mais que estão a adquirir prazer na busca incansável por uma patologia em seus organismos, de modo que nunca encontrará, pois a patologia que pensa existir se restringe a uma vontade e não a uma deformação estrutural (a verdadeira patologia).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Paulo Corumba&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O Eu perdido se encontra no deslocamento afetivo"-JPC&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4768148670524095309-741748162152465441?l=alusaoaodesencanto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/feeds/741748162152465441/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4768148670524095309&amp;postID=741748162152465441&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/741748162152465441'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/741748162152465441'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/2011/01/vontade-de-ser-patologico.html' title='Vontade de ser patológico'/><author><name>Alusão ao desencanto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06830009798581670058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_TEMC3apS_bk/StSYwEW2hvI/AAAAAAAAAAs/vqC0qCmsXvg/S220/JC.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4768148670524095309.post-7101446139767667925</id><published>2010-10-13T06:20:00.002-03:00</published><updated>2010-10-13T06:24:24.297-03:00</updated><title type='text'>A essência como concreta</title><content type='html'>A idolatria não alcança o caráter&lt;br /&gt;É só um absorver da imagem &lt;br /&gt;Que se lança naturalmente em sua &lt;br /&gt;artificialidade&lt;br /&gt;E  em sua natureza conduzida pela projeção.&lt;br /&gt;O ídolo vive na garantia de um herói&lt;br /&gt;E sua morte é o crédito permanente&lt;br /&gt;Torna-se o Deus que conhecemos&lt;br /&gt;O Deus que viveu como concreto&lt;br /&gt;Como o núcleo das nossas vidas&lt;br /&gt;E o insubstituível na personalidade&lt;br /&gt;Presente do que nossa alma cativa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;              João Paulo Corumba&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O nada nos faz amar o vazio que há em quem o conserva"- JPC&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4768148670524095309-7101446139767667925?l=alusaoaodesencanto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/feeds/7101446139767667925/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4768148670524095309&amp;postID=7101446139767667925&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/7101446139767667925'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/7101446139767667925'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/2010/10/essencia-como-concreta.html' title='A essência como concreta'/><author><name>Alusão ao desencanto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06830009798581670058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_TEMC3apS_bk/StSYwEW2hvI/AAAAAAAAAAs/vqC0qCmsXvg/S220/JC.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4768148670524095309.post-4415671910925394655</id><published>2010-09-06T00:42:00.001-03:00</published><updated>2010-09-06T00:44:30.343-03:00</updated><title type='text'>Idealização da perfeição</title><content type='html'>Depois de um certo desenvolvimento, as diversas idealizações do próprio indivíduo são conduzidas por aqueles que já foram conduzidos, é uma verdadeira obra para rebater as opiniões, os pensamentos próprios, e nesse jogo de verdades e conceitos, o alicerce das emoções se prepara para suportar a "verdadeira" perfeição e servir de fonte de aceitações. Todo o tumulto social prevalece, todas as maneiras que são projetadas como primordiais acabam de um certo modo sendo bem interpretadas e abençoadas pelos que interromperam suas sinceras conclusões. Na verdade não alcançamos as conclusões, pois as idealizações já estão formadas desde que surgimos, e não conseguimos conduzi-las até onde nossa intuição consegue chegar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devido a alguns conceitos de perfeição, muitos fazem do desejo um escudo para amenizar aquilo que nos é imposto, e daí que conhecemos o surgimento do indecomponível desejo de ser, é um puro gozo que antecipa até mesmo a sua própria concretização, é a superação de não ter como guia as falsas verdades que a injusta camada social nos coloca como se fosse algo que temos que confiar a todo custo. A perfeição de fato não existe, seja ela visada como externa ou interna, o fator atraente é o que se idealiza como um conjunto humano, a própria convivência provida dos termos da moralidade, dos bons gestos e  dos bons costumes. Para se compartilhar o indecomponível desejo de ser, precisa antes de sentir sendo, ser para sentir, e se imaginar no mais indesejável caminho pro não-ser para assim já se fortalecer por sofrer já sendo o que nunca pediu pra ser. Esta inculpável resolução tem um infinito renome por ser tão rígida em sua concretização, que altera a interioridade de seres preenchidos de incertezas para se deslocarem de vez ao vazio como resposta aos sentimentos mal elaborados. Tudo que se vive vendo, é tudo que se vive sem sentir, é tão concreto ao ponto de torturar o desejo juntando-o a catastrófica realidade que se forra de inocência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ato de nos olharmos  e perceber que somos perfeitos na configuração da nossa própria imagem é uma raridade. A imperfeição nos domina porque queremos que ela exista para podermos sentir o gozo da vaidade. A vaidade, essa fórmula da vida que nos estica até a finitude do querer, nos constrói sem nenhum alicerce, portanto, inseguros permanecemos e temos sede de uma nova motivação. Temos a necessidade de não querer nos reconhecer e atrair a  idéia de imperfeição, para termos um motivo maior de desejar uma mudança radical da nossa imagem e de tudo que a visão possa atestar como imperfeito.Como sempre o que temos como anseio maior é a aceitação, seja pelo que sentimos ou qualquer outra representação humana que possuímos. Voltar ao príncipio da beleza é querer encontrar no caminho variadas contradições, mas o nosso estado emocional  se alimenta desse caminhar para o ideal de beleza, e as nossas  vontades se distorcem para acompanhar as tendências externas. No fim somos carrascos de nossas vontades, e virtudes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Paulo Corumba&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Sentir sempre pelo coração é um abandonar de realidade consciente!"- João Paulo Corumba&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4768148670524095309-4415671910925394655?l=alusaoaodesencanto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/feeds/4415671910925394655/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4768148670524095309&amp;postID=4415671910925394655&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/4415671910925394655'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/4415671910925394655'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/2010/09/idealizacao-da-perfeicao.html' title='Idealização da perfeição'/><author><name>Alusão ao desencanto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06830009798581670058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_TEMC3apS_bk/StSYwEW2hvI/AAAAAAAAAAs/vqC0qCmsXvg/S220/JC.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4768148670524095309.post-6937181836160837968</id><published>2010-08-27T20:36:00.002-03:00</published><updated>2010-08-27T20:40:42.294-03:00</updated><title type='text'>Instante Passageiro</title><content type='html'>Sou nesse instante passageiro&lt;br /&gt;Um passageiro sem identificação&lt;br /&gt;E não sabendo o que sou amanhã&lt;br /&gt;Codifico o interesse em não saber&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando me tenho em fúria, abismado!&lt;br /&gt;Retorno ao controle do tempo presente&lt;br /&gt;Onde o encontro apanha meu frágil ego&lt;br /&gt;Em algum momento sem proteção, indiferente!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Visar o amanhã numa tela escura&lt;br /&gt;É  encontrar com o fim dessa constante&lt;br /&gt;O pleno endereço com a saudade do agora&lt;br /&gt;Como o identificar momêntaneo desse instante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                  João Paulo Corumba&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Quando o prazer não linear é corrompido, torna-se a sombra da vontade de ser o único objeto do instinto humano"-JPC&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4768148670524095309-6937181836160837968?l=alusaoaodesencanto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/feeds/6937181836160837968/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4768148670524095309&amp;postID=6937181836160837968&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/6937181836160837968'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/6937181836160837968'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/2010/08/instante-passageiro.html' title='Instante Passageiro'/><author><name>Alusão ao desencanto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06830009798581670058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_TEMC3apS_bk/StSYwEW2hvI/AAAAAAAAAAs/vqC0qCmsXvg/S220/JC.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4768148670524095309.post-6839938575452637790</id><published>2010-07-22T01:57:00.002-03:00</published><updated>2010-07-22T02:03:59.133-03:00</updated><title type='text'>Aperto</title><content type='html'>O estranho dono do peito&lt;br /&gt;É o aperto persistente sem piedade&lt;br /&gt;Desprovido de alma por ser predador&lt;br /&gt;E dar íncio aos nossos castigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tamanha coerência não nos assume apenas em dor&lt;br /&gt;Nos assume em um papel de invalidez&lt;br /&gt;Em um quadro ausente de força total&lt;br /&gt;E em um movimento circular de dúvidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade amamos a verdade&lt;br /&gt;Que não nos ama, nem se aproxima&lt;br /&gt;Mas é nesse mesmo doer sem sabedoria&lt;br /&gt;Que a atração não há de morrer&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será delicadamente alimentada&lt;br /&gt;Seduzida mesmo sem maiores poderes&lt;br /&gt;Visada como uma presa inofensiva&lt;br /&gt;E distraída para nos manter sãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      João Paulo Corumba&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;" Tem gente demais nesse mundo para poucos, onde até os grandes se acovardam em seus colos de horror, nessa poça onde retiram em substância a angústia e com pena de não mais temer conserva sua permanência."-JPC&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4768148670524095309-6839938575452637790?l=alusaoaodesencanto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/feeds/6839938575452637790/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4768148670524095309&amp;postID=6839938575452637790&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/6839938575452637790'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/6839938575452637790'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/2010/07/aperto.html' title='Aperto'/><author><name>Alusão ao desencanto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06830009798581670058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_TEMC3apS_bk/StSYwEW2hvI/AAAAAAAAAAs/vqC0qCmsXvg/S220/JC.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4768148670524095309.post-2906977542409483845</id><published>2010-07-09T00:28:00.001-03:00</published><updated>2010-07-09T00:30:27.752-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>A inferioridade e a rebeldia das comparações&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concordar com a inferioridade é estranho, é estranho entender que somos divididos por estes tipos de classificações, e esta tamanha estranheza não deveria nem existir por esses caminhos de comparações. Todos possuímos a sede de reconhecimento, mas isto, não serve como uma proposta de se ganhar um crédito de superioridade uma vez que o reconhecimento é alcançado.&lt;br /&gt;A desigualdade é nítida, mas não se trata de uma comparação que se calcula na dimensão em que se dá nomes ao que define com o que  se eleva e o que faz declinar. Por diversos motivos que as agressões do homem com o mundo são vísiveis e não há nenhuma barreira, nada nos deixa cegos daquilo que se  aproxima de uma atitude equivalente ao modo em que somos classificados, e na maioria das vezes são atitudes de rebeldia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A rebeldia foge do convencional, é um novo comando interno agindo como uma ordem que não se pode deixar de cumprir. Nesse caso não se pode desmerecer a ordem interna, pois  o próprio interior está convivendo com um conflito causado por toda a força externa, por todos aqueles que desprezam as vontades, e as consideram como inúteis e que não devem  ser prosseguidas para dar sentido ao gosto dos limites criados por aqueles que temem aceitar a essência humana. A distorção do ser se aplica ao fato de existir as comparações, ao fato de que tudo que se modela tem todo o direito de  separar aquilo pode ser visto como importante ou desprezível. A função de encontrar a necessidade dessa distinção de valores acaba sendo supervalorizada, acaba se tornando algo além de uma função, é uma meta que não se define, é o alicerce da distância do homem com a compaixão, é o começo da guerra dos valores, é a infinita procura pelo espaço doentio daqueles que ainda não se encontraram na vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                  A morte  é o que nos tornam iguais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A morte é a única coisa capaz de unir completamente  os homens, tornando assim todos iguais. Não importa os valores quando conhecemos o fim da vida, todos sabem sobre esse destino, o único destino que temos certeza que vamos descobrir. A união que a morte proporciona é de tamanha intensidade, e passa pelo pleno convencimento de que todos possuem uma sentença, um ponto em comum e que este deve ser captado, aceito, e transferido para todos aqueles que admiram a eternidade e possuem a vontade de desejá-la sempre, como se o próprio desejo também fosse eterno e nunca sofresse alteração. O valor engrandece aqueles que estão convencidos de que possuem ua qualidade inatingível, mas estes, na verdade são os fracos da vez quando pensam que o valor é o embalo para se classificar como superior aos demais. O valor julgamos ter, sempre se encontra escondido dentro deles mesmo num absorver imaginário, num escapar eficiente da realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo tipo de convencimento tem ligação direta com o entender interno, que se multiplica alcançando o orgulho e a estabilidade necessária. Seja o convecimento por um determinado valor que absorvemos por insistência e que achamos que ele nunca morrerá, ou  seja,  pela nossa própria idéia de que esse valor morre quando nós morremos. Existe uma perda intensa  de força quando entendemos que nosso valor também irá morrer, e isso é um ponto principal para entedermos que nossas virtudes são apenas  privilegiadas enquanto a existência nos possuir. Muitos acreditam na vida após a morte, e que quando chegarem ao plano espiritual continuarão vendo seus próprios valores em suas relações passadas, por pensarem que é nelas que todo o seu orgulho será depositado e absorvido com êxito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre nos procuramos nos dias de crise, e é exatamente nesses dias que algum tipo de convencimento nos devora, seja ele para um bem ou para um mal. A sombra da autoestima é pequena demais para se estabelecer como verdadeira, é uma espécie de tortura completamente inexplicável que a nós aparece para nos codificarmos da forma que interpretamos estes momentos. A definição do que é triste pode ser vista mais para uma caracaterística humana do que para um estado, mas a própria trsiteza também é capaz de se desfazer alguns momentos que nos encontramos aliviados por um sentido que nós mesmos criamos.Estes sentidos que criamos servem para distrair a tristeza, para atrair a perfeição do querer viver, do querer ser já sendo, e do querer existir já existindo. Esse convencimento de que a nossa maior busca é a ausência da tristeza é o que nos faz capaz de acrescentar em nossa fome pela sobrevivência um motivo a mais para se compreender a verdadeira meta do viver, que extrair dos desejos o máximo de prazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devemos ignorar o valor como o conjunto da eternidade, e aceitar o divórcio de tudo que se forma essencial para existir comparações no mundo. A intolerância não deve ser amenizada quando a projeção da eternidade for mais efusiva que os nossos desejos do presente, porque viver a projeção da eternidade é desprezar o presente e inventar valores que desvalorizam a existência humana, pois esta projeção supervaloriza o homem ao ponto em que ele se torna centro da incerteza sobre a sua própria essência, sobre o seu verdadeiro motivo de continuar vivendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                    João Paulo Corumba&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O óbvio é para quem acredita que a razão nunca se modifica"-JPC&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4768148670524095309-2906977542409483845?l=alusaoaodesencanto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/feeds/2906977542409483845/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4768148670524095309&amp;postID=2906977542409483845&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/2906977542409483845'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/2906977542409483845'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/2010/07/inferioridade-e-rebeldia-das.html' title=''/><author><name>Alusão ao desencanto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06830009798581670058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_TEMC3apS_bk/StSYwEW2hvI/AAAAAAAAAAs/vqC0qCmsXvg/S220/JC.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4768148670524095309.post-337693505914439803</id><published>2010-07-02T18:43:00.002-03:00</published><updated>2010-07-02T18:44:41.242-03:00</updated><title type='text'>Qualquer espécie de fé</title><content type='html'>Como forma de resgatar conforto diante da curta duração da vida, procuramos em nós, e nos outros qualquer traço de crença que possa nos aliviar de toda angústia existencial. Qualquer espécie de fé que chegue até nós é aceita como um elemento que nos eleva ao ápice e nos direciona ao palácio da imensidão do prazer. Pode-se ver que em tempos de crise, nosso reino de benefícios, o interior, nos faz criar meios de nos proteger daquilo que temos convicção que é incerto para nossa segurança. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Serve como estímulo, toda oração bem conduzida, qualquer manifestação espiritual, qualquer coisa que possa controlar as emoções, as frustações, a euforia, a plena sanidade. Provido de uma certa verdade, aquilo que se acredita habita um terreno que não se destrói, que  se aprimora de padrões e segmentos que se resultam em  um completo desentendimento. Toda e qualquer ordem de origem além do homem, é de se esperar critérios para calcular o quanto que se pode entender como verdade, próximo disso, ou considerar uma pura utopia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltando ao íncio, o apego pela vida é o primeiro passo para compreensão da existência, mas de uma forma estranha a fé já se encontra presente nesse período de aprendizado, de relações diretas com os  afetos. Acreditamos naquilo que nos fizeram acreditar, e às vezes este tipo de crença nos é passado de forma precoce, sem que antes pudessémos nos apegar a vida, e diagnosticá-la se é fonte de conforto ou não. Nos desenvolvemos com a ideologia de que a felicidade se busca e não vive dentro de nós, esta idéia que se fixa no desenvolvimento se torna em muitos dos casos um atalho para um trauma futuro, algo que não irá se elaborar de forma simples. Não é tão díficil perceber que nosso maior medo é negar a fé e retomar ao processo de apego pela vida, retomar ao processo de que nossa consciência é o nosso próprio Deus, e que somos apenas conduzidos por ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há um nível de descontentamento quando entendemos por falta de apoio que a desgraça é a mãe da vida, a mãe dos intensos desejos e das vontades adormecidas, pois existe sempre uma marca, uma cicatriz que nos indica uma direção sobre nosso estado de espírito, seja por um trauma do passado, ou até mesmo um recomeço para a falta de interpretação interna sobre o meio em que  convivemos. Talvez nem seja um recomeço, ou nada que tenha característica de ínicio, mas isto também são hipóteses, tudo são hipóteses, e estas corrompem nossas conclusões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Simples ou complexa, a fé é uma oportunidade de refúgio, de recorrer ao abstrato para não ouvir respostas claras, mas sim respostas tidas como esperadas para se absorver contentamento e prosseguir por uma cura espiritual que sofre uma ligação direta com as estruturas emocionais que vivem em pura sintonia com  o desequilíbiro. Nossos receios são apenas meios que nos levam a crer em algo, e dessa crença conseguimos captar a necessidade da criação de sentidos para daí então ver sentido em existir.&lt;br /&gt;Diante do fato de existir vivendo é outro fator que devemos apelar para uma "explicação" religiosa. Como podemos realizar a bondade de acreditar em um ser abstrato que é capaz de existir sem viver? Talvez pela tamanha imaginação corrosiva sobre o divino que a  projeção do perfeito nos possui ao ponto de nos induzir a ignorância de agir de forma intolerante com as experiências que nos ajudam a adquirir conhecimentos, desprezando assim todo o interesse por verdades íntimas, ou seja, reflexões não influenciadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         João Paulo Corumba&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O ferrugem da alma é a dor que ela possui, que de tão mal elaborada envelhece com gosto"-JPC&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4768148670524095309-337693505914439803?l=alusaoaodesencanto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/feeds/337693505914439803/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4768148670524095309&amp;postID=337693505914439803&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/337693505914439803'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/337693505914439803'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/2010/07/qualquer-especie-de-fe-como-forma-de.html' title='Qualquer espécie de fé'/><author><name>Alusão ao desencanto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06830009798581670058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_TEMC3apS_bk/StSYwEW2hvI/AAAAAAAAAAs/vqC0qCmsXvg/S220/JC.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4768148670524095309.post-6718951300418368570</id><published>2010-07-01T12:52:00.003-03:00</published><updated>2010-07-01T12:53:22.989-03:00</updated><title type='text'>A necessidade do amor</title><content type='html'>Chega até a  doer nos ossos quando nos vemos prisioneiros  da nossa própria incapacidadade de sentir, de amar sem interesse, de sentir sem nenhuma meta disfarçada. É comum ver interesses no "amor" nos nossos dias de decepção, e quando encontramos nele um inválido gesto de bondade. Não existe nada maior que o domínio do amor, não há nada mais relevante que a sua própria vontade de existir, de se fazer presente em nosso dia a dia conturbado, e em nossa imensa falta de noção sobre o que nos deixam realmente elevados diante da virtude da verdadeira compreensão humana. O amor é como o nosso sangue, circula por todo o nosso corpo e isso faz com a gente aja com ele nos momentos em que nossa vontade de sufocar a vida se encontra reduzida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não nos encontramos distante nunca desse desejo de posessão, sempre o nosso maior prazer é possuir a certeza que amamos e que podemos ser amados, e que enxergamos esse pensamento como um jogo de troca. O homem que não consegue nem amar e nem permitir ser amado, jamais funcionará como um humano, essa máquina que é a humanidade só funciona de forma correta se bem alimentada pela energia da aproximação que tem um gosto fraternal, pela liberdade de analisar a ordem natural das coisas como a extrema beleza que somos capazes de resgatar. O amor nos transforma nas melhores máquinas sentimentais, funcionamos movido a um sentimento, seja ele qual for, de ódio ou amor, desde que seja um sentimento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A forma como valorizamos cada expressão externa é de extrema importância, aquele que consegue farejar a expansão do campo sentimental é capaz de fazer da vida uma grande obra de arte, e nela fará de tudo que puder para atrair segurança e conseqüentemente doar proteção. Assim como as idealizações, o amor também possui essa magnífica complexidade de nos entender idealizando sobre o que é o amor verdadeiro. É mais um método de comparação que nos invade, mas dessa vez com pretensão para o bem, mesmo que venha com outra aparência. Nos expandimos quando percebemos a nossa união, o nosso poder de entender que nossas forças são correntes que nos aprisionam junto com o nosso calor, com as nossas desenfreadas emoções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem várias definições do que é o amor, há quem diga que o amor pode partir para um plano de violência que nunca cessa e que este é o verdadeiro amor, há quem diga que o amor é completamente egoísta e que quando dizemos que amamos é porque sabemos manipular. Há quem diga que o amor é apenas uma expressão que não se aproxima da realidade, da área que desenha nosso interior. Há quem diga que a ilusão possui uma ligação direta com a origem do amor, e que essa origem morre sempre que insiste em existir e há quem pense que o amor é uma riqueza impossível de se possuir, que vive apenas nos desejos rebeldes, nos desejos de quem se mostram como eternos sonhadores. Todos esses pensamentos sobre um sentimento são traumas vivenciados por acreditar no maior dos afetos como uma reunião de prazeres que nunca se acabam e que uma vez que é sentido trará sempre um luminoso acontecimento que chamamos sempre de milagre. O amor é o contrário de milagre, existe em intensidade e é tão comum quanto as tragédias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                     João Paulo Corumba!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Quem quer ser artista, nunca será. Pois pra ser precisa de arte e arte não se procura, se vive!"- JPC&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4768148670524095309-6718951300418368570?l=alusaoaodesencanto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/feeds/6718951300418368570/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4768148670524095309&amp;postID=6718951300418368570&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/6718951300418368570'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/6718951300418368570'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/2010/07/necessidade-do-amor.html' title='A necessidade do amor'/><author><name>Alusão ao desencanto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06830009798581670058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_TEMC3apS_bk/StSYwEW2hvI/AAAAAAAAAAs/vqC0qCmsXvg/S220/JC.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4768148670524095309.post-5969556429177807552</id><published>2010-06-05T08:07:00.001-03:00</published><updated>2010-06-05T08:09:37.040-03:00</updated><title type='text'>O retorno</title><content type='html'>Retorna a esperança &lt;br /&gt;Numa porção de atrevimento&lt;br /&gt;Escondida em seu direito&lt;br /&gt;Em seu embalo sem medida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Retornam os que nasceram&lt;br /&gt;Para a dor não os consumir&lt;br /&gt;De infinita licença sem permissão&lt;br /&gt;Que faz arder por sentir o que faz sentir&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Retornam os que já morreram&lt;br /&gt;Em plena invisibilidade constrangida&lt;br /&gt;Como se despidos estivessem&lt;br /&gt;Como se feridos permanecessem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Retornam os que pouco respiraram&lt;br /&gt;Os que nasceram já conhecendo a morte&lt;br /&gt;A vida foi só um detalhe inútil&lt;br /&gt;Um meio pra se alcançar o fim&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Retornam os sábios e os poetas&lt;br /&gt;Os que entendem o sofrimento&lt;br /&gt;Como dois amantes se entendem&lt;br /&gt;Como dois inimigos se conhecem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim então retornam os mitos&lt;br /&gt;Deus está aqui&lt;br /&gt;Uniformizado pela fé&lt;br /&gt;Daqueles que vivem com ela&lt;br /&gt;E morrem sem nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Paulo Corumba&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A fraqueza do forte se encontra na agressão"-JPC&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4768148670524095309-5969556429177807552?l=alusaoaodesencanto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/feeds/5969556429177807552/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4768148670524095309&amp;postID=5969556429177807552&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/5969556429177807552'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/5969556429177807552'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/2010/06/o-retorno.html' title='O retorno'/><author><name>Alusão ao desencanto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06830009798581670058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_TEMC3apS_bk/StSYwEW2hvI/AAAAAAAAAAs/vqC0qCmsXvg/S220/JC.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4768148670524095309.post-7202444642566690107</id><published>2010-06-01T01:16:00.003-03:00</published><updated>2010-06-01T01:40:16.390-03:00</updated><title type='text'>O indecomponível desejo de ser</title><content type='html'>Para se compartilhar o indecomponível desejo de ser,  precisa antes de sentir sendo,  ser para sentir, e se imaginar no mais  indesejável caminho pro não-ser para assim já se fortalecer por sofrer já sendo o que nunca pediu pra ser. Esta inculpável resolução tem um  infinito renome por ser tão rígida em sua concretização, que altera a interioridade  de seres preenchidos de incertezas para se deslocarem de vez ao vazio como resposta aos seus sentimentos mal elaborados. Tudo que se vive vendo, é tudo que se vive sem sentir, é tão concreto ao ponto de torturar o desejo juntado-o a catastrófica realidade que se forra de inocência.&lt;br /&gt;Quem vai ser a cobaia dos próprios sentimentos que de tão empobrecidos resolvem apodrecer? &lt;br /&gt;Estes preferem morrer sem fazer uma auto-análise. Morrem e permanecem  vivos, pois serão fonte de estudo para aqueles que choram pela busca de sentido da existência daqueles que se foram, acreditando assim que há destino e que há definições em nossas vidas, e eternas funções que simbolizam a conclusão de um fim puro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Morte? Só pra quem acredita que vive!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Paulo Corumba&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Calar-se é fazer do silêncio o abrigo interno, fazer de si um modelo de pensamento, iluminar-se de entendimento profundo sobre a necessidade de viver um estado preservado"-JPC&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4768148670524095309-7202444642566690107?l=alusaoaodesencanto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/feeds/7202444642566690107/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4768148670524095309&amp;postID=7202444642566690107&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/7202444642566690107'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/7202444642566690107'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/2010/06/indecomponivel-desejo-de-ser.html' title='O indecomponível desejo de ser'/><author><name>Alusão ao desencanto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06830009798581670058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_TEMC3apS_bk/StSYwEW2hvI/AAAAAAAAAAs/vqC0qCmsXvg/S220/JC.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4768148670524095309.post-8360104815275841527</id><published>2010-05-30T22:59:00.001-03:00</published><updated>2010-05-30T23:01:06.819-03:00</updated><title type='text'>Exigências</title><content type='html'>Exigir só é fundamental quando transportamos a exigência para nossas vontades de superação. Se exigimos algo além da capacidade que cada um julga ter, é porque queremos ser apedrejados pela nossa própria ação. É querer ser carrasco do interior da verdade, da imensidão das virtudes que cada indivíduo possui. Há um pensamento desinteressante por parte daqueles que excluem o vínculo com sua personalidade por uma simples função que ocupam na sociedade, é nesse caso, que se perde da verdade íntima, deixa de ser um homem com suas características originais, e passa a ser um homem com características padronizadas, como se fossem marcas que não se podem apagar. O homem quando se perde da sua essência deixa de se perguntar sobre a sua existência, passa a compreender sinais banais como sagrados e que estes vão te garantir um conforto capaz de te excluir da necessidade de refletir. Quando se age dessa forma, não é por determinação inconsciente, é puramente consciente, é crer que irá assumir o ponto mais alto, é fugir do tal conceito do Kant em que as pessoas são fins em si mesmos e não  meios. É estender a admiração a um objeto humano como se este fosse te indicar o caminho que te fará crescer sem nunca ser exigido. &lt;br /&gt;Qualquer ser desprovido de bom senso, age sem relacionar a ação  ao seu impacto , este é, de fato um verdadeiro individuo que exige daqueles que interagem com a sua conduta a mais completa compreensão, e que deve ser aceito da forma que age, pois age de tal forma por se achar alvo de punições futuras, é tanto receio que o seu método de se preservar é atingindo o ápice da falta de valor para com aqueles que convive, para daí então se assegurar de que estará fixo ao equilíbrio em formato de respeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Paulo Corumba&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O amor corta até os pedaços inativos"-JPC&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4768148670524095309-8360104815275841527?l=alusaoaodesencanto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/feeds/8360104815275841527/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4768148670524095309&amp;postID=8360104815275841527&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/8360104815275841527'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/8360104815275841527'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/2010/05/exigencias.html' title='Exigências'/><author><name>Alusão ao desencanto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06830009798581670058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_TEMC3apS_bk/StSYwEW2hvI/AAAAAAAAAAs/vqC0qCmsXvg/S220/JC.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4768148670524095309.post-455126568733810421</id><published>2010-05-26T01:21:00.001-03:00</published><updated>2010-05-26T01:24:43.478-03:00</updated><title type='text'>Distorcido</title><content type='html'>Distorço a distorção para um abismo maior&lt;br /&gt;Distorcido invisto em ser do puro ar carrasco&lt;br /&gt;Distorço a vida pra ser chamado de poeta&lt;br /&gt;Criando mitos sobre meu vínculo familiar com Deus&lt;br /&gt;Que és esquecido em momentos de euforia&lt;br /&gt;Há quem pense que não possa existir vivendo&lt;br /&gt;Mas sim existindo em decomposição&lt;br /&gt;E de fato entendem a grande aposta da vida&lt;br /&gt;A sorte morre antes de se consumar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Paulo Corumba&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Enquanto penso em não pensar, o próprio tempo me faz pensar nos tempos em que eu não pensava"-JPC&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4768148670524095309-455126568733810421?l=alusaoaodesencanto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/feeds/455126568733810421/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4768148670524095309&amp;postID=455126568733810421&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/455126568733810421'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/455126568733810421'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/2010/05/distorcido.html' title='Distorcido'/><author><name>Alusão ao desencanto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06830009798581670058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_TEMC3apS_bk/StSYwEW2hvI/AAAAAAAAAAs/vqC0qCmsXvg/S220/JC.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4768148670524095309.post-5242439294133815101</id><published>2010-05-24T22:25:00.000-03:00</published><updated>2010-05-24T22:27:28.831-03:00</updated><title type='text'>Catarse</title><content type='html'>Este desembarque de emoções&lt;br /&gt;Conduz o mar doce de sonhos&lt;br /&gt;Que mergulha nesse rio salgado de amor&lt;br /&gt;Paralisado pela correnteza&lt;br /&gt;Que estaciona a euforia em nosso calor disperso&lt;br /&gt;Que só funciona como deve quando sente&lt;br /&gt;Que só sente como deve quando nunca inicia&lt;br /&gt;É tanto paradoxo que nem se altera&lt;br /&gt;Este calor se perde em seu próprio incêndio&lt;br /&gt;Por sentir que é amor o que não tem nome&lt;br /&gt;Por sentir que a dor é finita deixa queimando&lt;br /&gt;Porque no fundo o que sente traz um sentido&lt;br /&gt;O sentido de que nem tudo que nos trava freia o coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Paulo Corumba&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Desejo é fome de desejo que morre faminto"-JPC&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4768148670524095309-5242439294133815101?l=alusaoaodesencanto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/feeds/5242439294133815101/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4768148670524095309&amp;postID=5242439294133815101&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/5242439294133815101'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/5242439294133815101'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/2010/05/catarse.html' title='Catarse'/><author><name>Alusão ao desencanto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06830009798581670058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_TEMC3apS_bk/StSYwEW2hvI/AAAAAAAAAAs/vqC0qCmsXvg/S220/JC.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4768148670524095309.post-4131253098480000417</id><published>2010-05-13T10:32:00.002-03:00</published><updated>2010-05-13T10:41:28.048-03:00</updated><title type='text'>Morrer ou deixar de existir?</title><content type='html'>Livrem-se de qualquer manifestação humana sem fins justos. Enquanto fabricam desejos conscientes de iludir pela semelhança, muitos acreditam na concretização desses desejos, fazendo deles um meio para se alcançar benefícios individuais.Se a beleza de se sentir belo fosse a mais atraente não estaríamos contemplando novos ideais sem sentido, não estaríamos nos analisando todo o tempo e não iríamos implorar para ter uma aceitação de todos. Qualquer manifestação que seja direcionada para a satisfação de um desejo de um só indivíduo é injusta, é um impacto muito forte nas estruturas emocionais dos insatisfeitos com sua própria existência. Qual o mais perfeito metódo de se atingir a catarse? Não há como desvendar o sentido dos três tempos em que classificamos para se ter conhecimento total de nossas passagens pela vida do passado e do presente que almeja um futuro.O passado é castigado por nossas parcelas de erros, já sabendo que é humano nascer e que é humano pecar, já sabendo que é desumano viver sem sentir e morrer sem ter vivido. O presente é o descontentamento maior, é raíz sem fim que cresce em busca de um sucessor que não assume seu papel de forma clara nessa vasta hierarquia do desenvolvimento. O futuro é esse tal sucessor do presente que nunca assume o comando, é sempre uma promessa que não se cumpre, é sempre a continuidade imaginária da raíz do presente, do fruto do passado que influencia em sua sobrevivência chamada ilusão. &lt;br /&gt;Apanhar da necessidade é fundamental para amar-se e amar a vontade da sobrevivência, é ignorar os três tempos inventados que nos dividem em fases de sentimentos de angústia. Desesperar-se em plena correnteza faz com que a origem seja a fonte de culpa, daí, retorna toda a visão para o sentido de todas as coisas de natureza frágil, como o próprio momento em que passamos a existir, em que passamos a nos compreender e nos analisar como verdadeiro homem capaz de odiar e amar ao mesmo tempo, capaz de sofrer pelo ódio de não conseguir amar, e aprender a criar forças sentimentais para não se deparar com a fraqueza da frieza humana.Mas finalizamos frios, apáticos com nossas ações sem controle, com nossos meios de se conquistar o prazer pelo ódio e ódio pelo prazer. Se há gastura no amadurecimento é por tamanho infausto de ser condenado pelo asco da falta de sentido da sobrevivência. &lt;br /&gt;Racionalizar pelo própio valor sentindo o desafinar do ritmo da vida é bastante asqueroso, causa uma arritmia constante, um cansaço interno com fortes delírios que alimentam a incapacidade de se imaginar vivendo, de voltar a praticar os desejos básicos do corpo, talvez até que podemos recusar a consequência da morte em um plano espiritual, e então aceitar de vez a incalculável dimensão da não-existência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Paulo Corumba&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A verdadeira música não é aquela que faz apenas seu corpo dançar, e sim aquela que faz do corpo o reflexo da dança da alma"-JPC&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4768148670524095309-4131253098480000417?l=alusaoaodesencanto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/feeds/4131253098480000417/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4768148670524095309&amp;postID=4131253098480000417&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/4131253098480000417'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/4131253098480000417'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/2010/05/morrer-ou-deixar-de-existir.html' title='Morrer ou deixar de existir?'/><author><name>Alusão ao desencanto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06830009798581670058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_TEMC3apS_bk/StSYwEW2hvI/AAAAAAAAAAs/vqC0qCmsXvg/S220/JC.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4768148670524095309.post-2342945473447907225</id><published>2010-05-05T03:49:00.007-03:00</published><updated>2010-05-24T22:40:56.826-03:00</updated><title type='text'>Lar da existência</title><content type='html'>Ontem foi o ontem carregado de dor, o passado suado de tanto ser presente em nossa obra maior que era nascer em plena luz renovada, que não se rende ao escuro, a esta fonte primária que nos fazem de objetos abatidos em um pobre contentamento.&lt;br /&gt;Nosso brilho tingido de fúria inconstante se abre de um abraço, mas logo se fecha, como um cruzar de braços, como se estivesse sozinho, envelhecendo.Nó é palavra presa sem pronúncia, visão conturbada do alto do medo, de baixo do abismo, de perto da cegueira, é carente de angústia, vive pela busca e busca ser encontrada. Nenhum de nós, homens com alma, sabemos o que a dor nos serve, somos por inércia  as mais perfeitas cobaias da sua necessidade, somos idolatrados sem ser levados a altura comovente, somos jogados ao poço mais sujo que é pra não sobrar esperanças nítidas, somos o ponto que não impõem limites, somos a tragédia na ferida mais viva e transparente pra demonstrar características humanas. &lt;br /&gt;Desvalorizados e sem poder de atração vamos nascer do impacto de uma queda, da queda que surge pra alertar ao vínculo do medo que somos seus filhos de maior importância, e que jamais santo algum é mais recorrido que do que a sua própria privilegiada existência. Impregnado de conceitos e expectativas sobre os últimos aplausos da vida, caminhamos na direção luminosa que insiste em morar nos corações de nossas almas, no fundo do buraco do peito há uma reserva energética que nos permite conhecer novas forças para se sentir acolhido no corpo da coragem, nossos músculos se elevam da força natural, e nosso espírito respira pelo nosso corpo que passa a sentir o ambiente da vida, o quintal do amor, a casa da proteção, enfim, o lar da existência onde vivenciamos o mergulho dos mitos sobre nosso vínculo familiar com Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         João Paulo Corumba&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4768148670524095309-2342945473447907225?l=alusaoaodesencanto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/feeds/2342945473447907225/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4768148670524095309&amp;postID=2342945473447907225&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/2342945473447907225'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/2342945473447907225'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/2010/05/lar-da-existencia.html' title='Lar da existência'/><author><name>Alusão ao desencanto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06830009798581670058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_TEMC3apS_bk/StSYwEW2hvI/AAAAAAAAAAs/vqC0qCmsXvg/S220/JC.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4768148670524095309.post-3654050481707230400</id><published>2010-04-27T03:36:00.003-03:00</published><updated>2010-04-27T03:42:07.556-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Quem nunca se viu morrendo por dentro e nunca prometeu a vida uma visão mais ampla sobre Deus? Quem nunca se viu amargo por dentro e nunca pediu a vida uma fórmula dos diversos tipos de morte? Quem nunca morreu no progresso da vida? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A única forma de se sentir presente mas ao mesmo tempo surdo é fazer perguntas a vida, a nossa vida, a vida do outro, a vida de todos, a vida da vida, a vida do homem que desconhecemos, a vida do sonhador que surgiu ejaculado de uma premonição, a vida de um vendedor de sonhos que surgiu dos resquícios do azar, a vida do comprador de privilégios que nasceu com cheiro de desgraça e faz dela o aroma que perfuma o ódio, a vida do homem do campo que nasceu da barriga da solidão e que cresceu junto com o desenvolvimento da terra, a vida do ladrão que idolatra seus furtos como uma mãe que aprecia seus frutos, a vida do operário que não sabe mais nem sonhar com seu corpo descansado, a vida das meretrizes que sorriem sem prazer para ter como garantia outro dia de sol perfumado, a vida dos solitários que preenchem outras vidas no silêncio da noite ao liberar uns trocados, a vida dos miseráveis que se percebem derrotados por não ter nenhuma atenção humana, a vida dos seres ocultos que se isolam para serem visados como fragéis, a vida do homem sem palavra que migra de canto em canto em busca de mais uma presa, a vida do assassino que executa por sentir prazer em tudo que arde na consciência dos que choram, a vida dos agiotas do amor que se tornam amantes eternos e a vida da criança que conduz o futuro para onde a liberdade que possui permitir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Paulo Corumba&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Alguns dizem que o amor é egoísta, e que quando dizemos que amamos é porque sabemos manipular!"-JPC&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4768148670524095309-3654050481707230400?l=alusaoaodesencanto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/feeds/3654050481707230400/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4768148670524095309&amp;postID=3654050481707230400&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/3654050481707230400'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/3654050481707230400'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/2010/04/quem-nunca-se-viu-morrendo-por-dentro-e.html' title=''/><author><name>Alusão ao desencanto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06830009798581670058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_TEMC3apS_bk/StSYwEW2hvI/AAAAAAAAAAs/vqC0qCmsXvg/S220/JC.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4768148670524095309.post-5658977146383352884</id><published>2010-04-21T02:07:00.003-03:00</published><updated>2010-04-21T02:42:35.296-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Nenhum de nossos "impulsos compulsivos" são originados em nosso lar concentrado por convicções sobre nosso campo consciente. Quando temos as mesmas interpretações sobre qualquer acontecimento que estimule uma mudança radical do comportamento, vejo que ocorre algo  como uma compulsão, como se para atingir um determinado fim fosse necessário recorrer a uma mesma forma de ação. Percebo que essa reação imediata é direcionada por fios curtos da consciência moderada, que não é capaz de se instalar de forma pacífica ao meio. Chamo de consciência moderada aquela que substitui a interpretação impulsiva por uma interpretação de fato, isto é, por uma nova visão que possibilita a captação de um melhor entendimento sobre os fragmentos positivos ou negativos de um determinado meio.&lt;br /&gt;Quando nos direcionamos para uma fonte fixa que se absorve na nossa forma de agir, perdemos completamente a idealização da consciência preservada, daí agimos como se fosse ela que nos estivesse conduzindo, e não entendemos nada de estranho em nossas condutas, pois estamos convictos de que possuímos uma consciência completamente preservada e bem elaborada para se agir de forma tal. Nosso anseio alvo é livrar-se da tempestade que é a transição da consciência para inconsciência. Freud diz que o que se concentra em nosso conteúdo latente é aquilo que foi reprimido pela nossa consciência. Esta explicação é bastante curiosa, pois se estamos conscientes e temos a capacidade de bloquear sem perceber é bastante atraente entender o motivo, as causas para esse fenômeno. Nossas crenças, nossas vontades, nossos medos, todos eles estão inseridos dentro da  função da consciência moderada, nossos impulsos são desvinculados dessa função, pois esta função tem como prioridade evitar descontroles emocionais que podem ocorrer após uma ação mal interpretada de um determinado acontecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Distorção na consciência&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os impulsos compulsivos são aqueles em que ocorre um desprezo pela integridade de elementos que constituem um determinado meio. Esses impulsos podem afogar a consciência e fazer dela um objeto desprezível. Na medida em que estabelecemos um contato frequente com nossos impulsos, desejamos que nossa consciência não aja de forma comum, pois se isto ocorrer vamos nos afogar mais uma vez, mas de uma outra forma, de uma forma que desestabiliza o nosso estado emocional. Os conflitos que geram descontroles emocionais, são obviamente conflitos internos, e quando surgem conflitos internos é porque a consciência se encontra distorcida, não completamente, mas uma parte dela, pois como a consciência pode voltar ao seu estado normal, os conflitos também podem terminar até que se tenha uma base de equilíbrio entre as emoções. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consciência moderada= Consciência que capta os fatos sem os confrontar de imediato de forma impensada, função que tem como finalidade preservar a integridade dos elementos que constituem um determinado meio.&lt;br /&gt;Impulsos compulsivos= Consciência mal preservada chegando a agir de forma impensada,  sem preservar a integridade dos elementos que constituem um determinado meio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consciência moderada # Impulsos compulsivos = Distorção na consciência&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Paulo Corumba&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4768148670524095309-5658977146383352884?l=alusaoaodesencanto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/feeds/5658977146383352884/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4768148670524095309&amp;postID=5658977146383352884&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/5658977146383352884'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/5658977146383352884'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/2010/04/nenhum-de-nossos-impulsos-compulsivos.html' title=''/><author><name>Alusão ao desencanto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06830009798581670058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_TEMC3apS_bk/StSYwEW2hvI/AAAAAAAAAAs/vqC0qCmsXvg/S220/JC.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4768148670524095309.post-3983517787753078856</id><published>2010-03-17T22:36:00.004-03:00</published><updated>2010-03-17T23:04:35.212-03:00</updated><title type='text'>Entulhos de emoções</title><content type='html'>O que resta de toda experiência emocional são os elementos que castigam as estruturas de equilíbrio da alma com o corpo. Nossos medos descontrolados, nossas visões distorcidas facilmente se corrompem por atos que resultam apenas na busca pela felicidade, e não na própria felicidade, sendo assim acabamos vivenciando uma intensidade criada pela nossa própria emoção, pela nossa própria fraqueza interna que não transparece em muitos dos casos na nossa capa protetora, naquilo que se envolve por fora, no nosso exterior. &lt;br /&gt;Às vezes sentir a presença do afeto que realmente nos falta faz com que a gente se sinta seguro de que está possuído por qualquer espécie de fé que nos invadiu sem explicação, sem que a gente percebesse.A falta do reconhecimento do amor que criamos parte nos julgando, nos conduzindo ao fracasso, ao medo maior, ao desentendimento por completo do vínculo do amor por si próprio e do amor da alma que se calcula de forma distinta.&lt;br /&gt;Nessa distinção das emoções do corpo e da alma é fundamental que haja um fortalecimento por dentro, ou seja, que seja feita da estrutura frágil que é o corpo, uma espécie de abrigo da alma, sem interferir nas emoções que este apresenta ter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos condenados pela dor: Abriguem suas almas, amem a dor, e façam do corpo um depósito de mágoas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Paulo Corumba&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Temos medo de mudar a imagem que temos de nós mesmos. Logo, não somos seguros em relação ao nosso eu.Um pouco de orgulho não há-de ser grave, mas deveríamos sentir-nos bem conosco ao ponto de podermos admitir quem somos"- Catarina Maia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4768148670524095309-3983517787753078856?l=alusaoaodesencanto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/feeds/3983517787753078856/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4768148670524095309&amp;postID=3983517787753078856&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/3983517787753078856'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/3983517787753078856'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/2010/03/entulhos-de-emocoes.html' title='Entulhos de emoções'/><author><name>Alusão ao desencanto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06830009798581670058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_TEMC3apS_bk/StSYwEW2hvI/AAAAAAAAAAs/vqC0qCmsXvg/S220/JC.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4768148670524095309.post-4008087439680357641</id><published>2010-02-05T13:18:00.001-03:00</published><updated>2010-02-05T13:21:19.732-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Quando deprimido estou, habito nos olhos de quem me ver, para ganhar mais coragem e uma espécie de força dupla, que de tamanha grandeza não se classifica, nem muito menos se altera, e conseqüentemente permanece constante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aceitar o pior estado é castigar-se, é nadar num mar de fogo e mesmo sabendo que o corpo queima, prosseguir como se fosse hábito queimar-se dentro da própria ignorância da dor que abrange o sentimento mais sofrido com um desprezo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É fazer valer a gota confundida com o suor por um detalhe inútil, é cair, despencar do alto sem proteção no peito, sem medir direito a intensidade das tentativas falhadas, é se    encontrar por dentro, mas não se conhecer por inteiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sorte se lança feito alma no corpo sonolento que recorre as mais visadas manobras para se libertar, com um corte ou uma força extrema que vem para a sede do homem matar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desprovido de qualquer consciência que possua clareza, atinge a virtude da alma, do vermelho que borra o rosto, fazendo da face um ambiente para a maquiagem do desencanto despertar, se ascender covarde como o sentimento frio daqueles que nos traem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Corumba&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O rastro do passado é o ouro do futuro"&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4768148670524095309-4008087439680357641?l=alusaoaodesencanto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/feeds/4008087439680357641/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4768148670524095309&amp;postID=4008087439680357641&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/4008087439680357641'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/4008087439680357641'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/2010/02/quando-deprimido-estou-habito-nos-olhos.html' title=''/><author><name>Alusão ao desencanto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06830009798581670058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_TEMC3apS_bk/StSYwEW2hvI/AAAAAAAAAAs/vqC0qCmsXvg/S220/JC.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4768148670524095309.post-7909723901249466619</id><published>2010-01-21T13:52:00.005-03:00</published><updated>2010-01-21T14:22:04.976-03:00</updated><title type='text'>Prazer do último instante</title><content type='html'>A inconsciência reina penetrando, generalizando espaços vazios como causadores de um certo distúrbio, de um forte desequilíbrio emocional. Nesse último instante, privado de sanidade ou de qualquer outra força extrema compreendida por um enorme valor, a ilusão se mostra essencial dentro do próprio conceito da consciência. O desejo amanhece, rico de clareza e pobre de realizações, mesmo forçando o lado mais ativo da sua conduta. Depois do complexo do prazer e da inválida luta pelo interior preservado, surgem da criação, as extremidades que ligam a dor à satisfação, à própria distorção da alma; o poder livre fixo no peito, a fantasia do bem comum.&lt;br /&gt;A má identificação em relação a todos os aspectos é uma característica da arte "vida".É uma passagem negra, que de tão obscura é incapaz de sofrer transições. Seu sentido é vago quando não existe merecimento, quando cada resquíscio encontrado se torna valioso apenas para preencher sentimentos interrompidos. A alma em seu lado vivo e negro é a camada da intuição que contém a maior porção de objetividade e possui o poder de avançar por dentro e nos descrever.Desse modo, a fonte desprezada deixa de existir focando a razão, e passa a existir dentro das razões que muitas vezes ignoramos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Corumba&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Muitos antigem o seu máximo quanto ao caráter, mas o espírito não se encontra à altura deste, em que muitos outros sucede o inverso"-Friedrich Nietzsche&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4768148670524095309-7909723901249466619?l=alusaoaodesencanto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/feeds/7909723901249466619/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4768148670524095309&amp;postID=7909723901249466619&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/7909723901249466619'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/7909723901249466619'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/2010/01/prazer-do-ultimo-instante.html' title='Prazer do último instante'/><author><name>Alusão ao desencanto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06830009798581670058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_TEMC3apS_bk/StSYwEW2hvI/AAAAAAAAAAs/vqC0qCmsXvg/S220/JC.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4768148670524095309.post-5342475322919555760</id><published>2010-01-17T08:23:00.006-03:00</published><updated>2010-01-17T09:27:45.596-03:00</updated><title type='text'>Necessidade do pensamento</title><content type='html'>1-Necessidade e desejo: "Desejo e necessidade são diferentes, mas dependentes, há semelhanças na fome de ambos" Visando o que é básico para sobrevivência, há necessidade no conceito de resistência, e pela dependência exigida pela própria necessidade e o sentido da vida, o desejo torna-se a conseqüência de todo esse pensamento, uma vez que a necessidade não  atendida, o desejo interage como se fosse a própria necessidade.&lt;br /&gt;A necessidade deseja ela mesma, é a insuficiência a procura do preenchimento dos valores básicos que precisam de reservas (fundamentais para a existência humana), da plena intensidade da vida para nos envolver ativos ao meio mais puro da vitalidade da alma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2-Certeza concreta = conseqüência: A morte! A nossa certeza concreta, a nossa expectativa maior, nossa angústia conformada, a nossa admiração focada na vida, a tendência do tempo, o futuro da dor.Precipitar a morte é atrair a conseqüência para o primeiro plano, antes mesmo da certeza concreta, é confundir o ritmo do tempo, e do nosso próprio corpo, do nosso próprio espírito.O que seria precipitar a nossa morte? É agilizar a nossa chegada ao ponto final da vida, é viver abusando do nosso instinto de morte, é ter completa consciência daquilo que nos prejudica, mas ignorar e permanecer utilizando de coisas banais para satisfazer o sentido deprimente da nossa existência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     João Paulo Corumba&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Só sinto a necessidade de desejar, quando o meu desejo é uma necessidade"-JC&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4768148670524095309-5342475322919555760?l=alusaoaodesencanto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/feeds/5342475322919555760/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4768148670524095309&amp;postID=5342475322919555760&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/5342475322919555760'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/5342475322919555760'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/2010/01/necessidade-do-pensamento.html' title='Necessidade do pensamento'/><author><name>Alusão ao desencanto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06830009798581670058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_TEMC3apS_bk/StSYwEW2hvI/AAAAAAAAAAs/vqC0qCmsXvg/S220/JC.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4768148670524095309.post-8979012048974647260</id><published>2010-01-10T21:00:00.002-03:00</published><updated>2010-01-11T04:22:26.454-03:00</updated><title type='text'>Reflexões para refletir</title><content type='html'>Bom pensar e sentir as impressões do pensamento. É bom pensar e sentir a necessidade do pensamento, a necessidade da pausa para certas reflexões.Ao contrário do que muitos pensam, o pensamento é a maior virtude do homem, uma vez que é dele que o homem se afirma existente, e se mostra capaz de enxergar a possibilidade de mudanças, tanto internas, como externas. Não se trata de complexidade ao extremo, não somos obrigados a corresponder às expectativas complexas, mas devemos procurar absorver o máximo de conhecimento sobre o meio em que vivemos e em tudo que nele existe.&lt;br /&gt;A fonte do conhecimento é o primeiro encontro do homem com o mundo, é necessário ter esse tipo de ambição, uma vez que só se alcança o poder aquele que é ambicioso. Aquele que muito sabe, envolve qualquer grupo para o seu lado dominador, consegue estabelecer regras e faz com que elas sejam cumpridas, consegue muito mais do que dominar, consegue alcançar o respeito e o equilíbrio sem se mover, apenas com o poder do pensamento que transfere ao seu próprio valor. O poder de quem pensa alerta até mesmo aqueles que julgam o pensador como um ser inútil e mal preservado diante da vida, desperta até mesmo o desejo daqueles que vivem inconformados e daqueles que lutam para um dia enxergarem a necessidade de terem um ideal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Corumba&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;”Qualquer história sobre consciência é relativa à conectividade que existe entre todas as coisas do universo.Por isso, mesmo de forma inconsciente, alegramo-nos frente à natureza gentil dos atos de amor”- Ana Beatriz Barbosa (Psiquiatra)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4768148670524095309-8979012048974647260?l=alusaoaodesencanto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/feeds/8979012048974647260/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4768148670524095309&amp;postID=8979012048974647260&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/8979012048974647260'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/8979012048974647260'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/2010/01/reflexoes-para-refletir.html' title='Reflexões para refletir'/><author><name>Alusão ao desencanto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06830009798581670058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_TEMC3apS_bk/StSYwEW2hvI/AAAAAAAAAAs/vqC0qCmsXvg/S220/JC.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4768148670524095309.post-2737846455256188006</id><published>2010-01-02T15:30:00.002-03:00</published><updated>2010-01-02T15:34:16.362-03:00</updated><title type='text'>Olhar fixo</title><content type='html'>Olhar fixo- O que provoca a ascensão de um pensamento é a penetrante visão na  realidade, é não andar pelos corredores das dúvidas, nem muito menos, olhar fixo para um único objetivo. O olhar que aparece com a sombra de um reflexo pode trazer um brilho, mas não existe uma certeza que esse brilho seja um produto do pensamento, é apenas uma energia que só existe porque somos como elementos que fazem com que ela exista. Quando nos imaginamos próximos de nós mesmos, quando procuramos por nós mesmos, ocorre a descoberta intelectual de que a carne representa a fragilidade, e apenas a mente é um distúrbio que representa a capacidade de entender o que realmente queremos saber, ou seja o motivo da carne representar o lado mais frágil do ser. O homem teme a dor vivida na carne e não a dor mental, uma dor na consciência. O homem tem medo dele mesmo, por isso que ele adquiri com tamanha dificuldade o olhar fixo, pois sofre muito mais por dentro, quando tenta olhar com uma visão mais detalhada o que ele realmente é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Corumba&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Não há fatos, só interpretações"-Nietzsche&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4768148670524095309-2737846455256188006?l=alusaoaodesencanto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/feeds/2737846455256188006/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4768148670524095309&amp;postID=2737846455256188006&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/2737846455256188006'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/2737846455256188006'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/2010/01/olhar-fixo.html' title='Olhar fixo'/><author><name>Alusão ao desencanto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06830009798581670058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_TEMC3apS_bk/StSYwEW2hvI/AAAAAAAAAAs/vqC0qCmsXvg/S220/JC.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4768148670524095309.post-4525263483141655651</id><published>2009-12-27T01:22:00.009-03:00</published><updated>2009-12-27T01:43:36.949-03:00</updated><title type='text'>meros conceitos...</title><content type='html'>Quando um peito berra por necessidade, é porque se trata de um peito morto implorando para existir, e essa é a maior representação da sensibilidade, pois abrange todo o campo sentimental. Mas quando me falam dos olhos, lembro do que eles representam; uma espécie de pesquisadores da projeção que ilumina uma beleza impecável, não é apenas para saciar uma única sede (o amor imprevisto), um único desejo que se afirma confuso, mas sim para reafirmar as ligações que temos com nosso instinto. É inconveniente amar com o poder dos olhos, pois eles só se prendem ao lado externo da matéria. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pior é quando somos visados pela força dos olhos, mesmo quando vemos que o sentido dessa obsessão são as nossas próprias "imperfeições". É impossível rasgar a realidade e focar na matéria e não encontrar nenhuma imperfeição; imperfeição afirmada pelos próprios olhos. Costumo pensar que apenas os cegos possuem o poder de enxergar a verdadeira beleza, pelo simples fato de que eles realmente sentem. Não é necessário compreender a cegueira no seu real sentido, pois existem aqueles que enxergam, mas usam da visão como uma forma de sobrevivência e não para enxergar os fragmentos defeituosos. Esses são os melhores olhos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viva a beleza da alma castigada por artifícios que ferem desde que conhecemos a vida que só existe para certos conceitos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Corumba&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Meu destino é me encontrar livre de qualquer tortura existente nos conceitos criados para conduzir a destruição dos sentimentos"-JC&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4768148670524095309-4525263483141655651?l=alusaoaodesencanto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/feeds/4525263483141655651/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4768148670524095309&amp;postID=4525263483141655651&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/4525263483141655651'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/4525263483141655651'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/2009/12/meros-conceitos.html' title='meros conceitos...'/><author><name>Alusão ao desencanto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06830009798581670058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_TEMC3apS_bk/StSYwEW2hvI/AAAAAAAAAAs/vqC0qCmsXvg/S220/JC.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4768148670524095309.post-4879953896024565785</id><published>2009-12-25T02:04:00.002-03:00</published><updated>2009-12-25T02:30:31.451-03:00</updated><title type='text'>Distorções</title><content type='html'>Nem sempre o que nos trava, &lt;br /&gt;freia o coração. É como a magia&lt;br /&gt;na mágica que foge do que é&lt;br /&gt;óbvio. É como a intensidade &lt;br /&gt;da vida que se perde em pequenos&lt;br /&gt;valores. É como o medo que proporciona&lt;br /&gt;conforto.Como a visão que de tanto se explorar&lt;br /&gt;alcança a cegueira, é como nossos sonhos quando&lt;br /&gt;ignoramos a realidade.É como a vida que morre&lt;br /&gt;por cansaço.É como a contradição que nunca se contradiz.&lt;br /&gt;É como amar, mas não morrer por amor!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Corumba&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A característica específica do homem em comparação&lt;br /&gt;com outros animais é que somente ele tem o sentimento&lt;br /&gt;do bem e do mal, do justo e do injusto e de outras &lt;br /&gt;qualidades morais."-Aristóteles&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4768148670524095309-4879953896024565785?l=alusaoaodesencanto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/feeds/4879953896024565785/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4768148670524095309&amp;postID=4879953896024565785&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/4879953896024565785'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/4879953896024565785'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/2009/12/distorcoes.html' title='Distorções'/><author><name>Alusão ao desencanto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06830009798581670058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_TEMC3apS_bk/StSYwEW2hvI/AAAAAAAAAAs/vqC0qCmsXvg/S220/JC.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4768148670524095309.post-3007001983558528479</id><published>2009-12-17T13:18:00.003-03:00</published><updated>2009-12-17T13:39:42.035-03:00</updated><title type='text'>"Sejamos, portanto, naturais!"</title><content type='html'>“O mal teve sempre em seu favor o seu efeito! E a natureza é má! Sejamos, portanto, naturais!” (Autor desconhecido)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mal sempre prevaleceu, portanto, possui uma relevância para um estudo mais completo e mais detalhado, podendo saber assim se o mal é apenas um retrato do que é negativo ou não. O homem jamais se servirá da essência da sua bondade natural, pois para ser natural vai depender do nível de originalidade que cada um possui. Podemos afirmar hoje que cometer um crime, por exemplo, parte daquilo que é natural, que é comum, que faz parte do instinto toda essa agressividade, essa falta de compaixão. O significado da palavra “natural” se perde, a sua essência se perde, o que importa é apenas um sentido dentro de qualquer contexto que se relacione ao homem e a sua própria natureza. “.......E a natureza é má! sejamos,portanto, naturais!” Podemos observar que a natureza é má, porque a maldade parte também do principio do que é natural, não podemos idealizar a natureza como apenas uma fonte de beleza e bondade, a natureza é realmente má, pois além da própria natureza que possuímos, temos uma outra mais ativa que depende de nossas ações, das  nossas vontades, dos nossos sentimentos, dos nossos conhecimentos falhados sobre a nossa própria existência, o seu real sentido, e do poder de saber porque somos obrigados a conhecer um modo fiel de como nos conservar. &lt;br /&gt;Usando dessa lógica interligada a conceitos danificados pela insegurança do homem, despertamos mais para a realidade antiga que se afirmava mais ativa no esquecimento sobre o seu sentido verdadeiro que representa a vida que levamos. Métodos irrelevantes ridicularizam não só a cegueira de quem só enxerga o bem, como também daqueles que se aplicam a fazer apenas o mal, tudo é vivido dentro de uma única balança, balança essa que já nem precisamos usar, pois já sabemos qual o lado que mais pesa e que sustenta a sua complexidade. Somos naturais por toda essa imprevisibilidade que nos cerca, que salta merecendo uma atenção, um detalhe que defina a sua característica, a sua autenticidade por toda a sua essência. Fazer o mal ou o bem é ser natural, pois nossa maior característica é ser imprevisível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    João Corumba&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Toda naturalidade atinge os piores níveis, é quando buscamos entender o homem visando apenas o bem, enquanto o mal domina o poder de ser natural e possui toda a força para se fazer presente"-JC&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4768148670524095309-3007001983558528479?l=alusaoaodesencanto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/feeds/3007001983558528479/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4768148670524095309&amp;postID=3007001983558528479&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/3007001983558528479'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/3007001983558528479'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/2009/12/sejamos-portanto-naturais.html' title='&quot;Sejamos, portanto, naturais!&quot;'/><author><name>Alusão ao desencanto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06830009798581670058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_TEMC3apS_bk/StSYwEW2hvI/AAAAAAAAAAs/vqC0qCmsXvg/S220/JC.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4768148670524095309.post-7119522346397759309</id><published>2009-12-08T01:39:00.003-03:00</published><updated>2009-12-11T09:01:23.080-03:00</updated><title type='text'>Imagem única</title><content type='html'>Que tipo de imagem queremos absorver?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;”O humano estabelece-se na imitação: um homem torna-se um homem apenas imitando outros homens”-Theodor Adorno&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem não queria estar entre os grandes nomes? Essa comparação existe quando a importância se apropria do seu verdadeiro papel. Todo homem vive pra comparar e ser comparado com os outros, é como se não existisse nenhum vínculo com a sua própria imagem, ou como se tivesse perdido o valor depois que se ganha a consciência necessária para não se ver importante.Toda essa impotência que se aplica no vazio da personalidade se altera sobre o pensamento do seu próprio valor, o indivíduo se julga incapaz de se entender, e por entender os outros almejam outras faces, pois assim além de serem aceitos e vistos como importantes, saberão lidar com eles mesmos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A forte admiração pelo valor do outro ser é movida pelos simples detalhes, pela ideologia que cada um é capaz de passar, e fazer disso um vínculo original não é algo de extrema facilidade.Adorno diz que o homem torna-se homem apenas imitando outros homens. Ao meu ver, o homem não possui um valor individual, é único, é uma lei para todos, é extremamente necessário compreender diversos valores e por em prática, mas não, se criou uma lei para que todos apreciem um único valor, uma única teoria do que se é ou deixa de ser a imagem da figura humana.Se houver uma análise guiada desde do ínicio, desde da origem podemos perceber que grande parte dos homens cresceram se baseando em outros homens que esses nos quais se basearam se baseavam em outros e disso se formou uma lei que invadiu a lei da liberdade de ser quem realmente és. O homem se fixou em um certo tipo de valor, no valor que é se desvalorizar!&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;João Corumba&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A lógica do homem está relacionada ao fato de ser sentido, se essa lógica&lt;br /&gt;não se transforma, não a comove, não se torna sentimento, se torna apenas lógica.”-João Corumba&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4768148670524095309-7119522346397759309?l=alusaoaodesencanto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/feeds/7119522346397759309/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4768148670524095309&amp;postID=7119522346397759309&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/7119522346397759309'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/7119522346397759309'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/2009/12/imagem-unica.html' title='Imagem única'/><author><name>Alusão ao desencanto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06830009798581670058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_TEMC3apS_bk/StSYwEW2hvI/AAAAAAAAAAs/vqC0qCmsXvg/S220/JC.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4768148670524095309.post-2545665888828645538</id><published>2009-11-25T21:21:00.000-03:00</published><updated>2009-11-25T21:26:45.372-03:00</updated><title type='text'>meu interior</title><content type='html'>Meu interior fala por mim quando eu estou como um anônimo na minha própria natureza, quando desejo sentir o que não se sente, quando desejo ouvir o que ninguém mais ouve, quando quero sorrir chorando, ou quando quero chorar pra não sorrir. Eis a leveza que me aprofunda no que é raso, no que é semelhante a vida que sinto mas não carrego. Se quero abraçar meus braços, no colo se faz o aço para nada ser confortável, para nada ter cheiro de vida, ou qualquer coisa que pareça com ela. &lt;br /&gt;Meu interior fala por mim sempre que o deixo inteiro, sempre que eu engulo a razão pra não morder, sempre que eu minto para a verdade não perder, sempre que eu me perco da visão que tenho do mundo e daqueles que me eliminam com os seus olhos gulosos querendo me prender em seus estados emocionais abalados, como se eu fosse presa fácil da fragilidade, da força doentia que já nasce em conflito. Meu interior fala por mim, quando eu não estou em mim, e quando o meu lado  morto é a complexidade com vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João  Corumba&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Os olhos da vida se prendem na alma" -JC&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4768148670524095309-2545665888828645538?l=alusaoaodesencanto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/feeds/2545665888828645538/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4768148670524095309&amp;postID=2545665888828645538&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/2545665888828645538'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/2545665888828645538'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/2009/11/meu-interior.html' title='meu interior'/><author><name>Alusão ao desencanto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06830009798581670058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_TEMC3apS_bk/StSYwEW2hvI/AAAAAAAAAAs/vqC0qCmsXvg/S220/JC.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4768148670524095309.post-450364938151146158</id><published>2009-11-22T23:55:00.000-03:00</published><updated>2009-11-23T00:19:57.003-03:00</updated><title type='text'>A face da face</title><content type='html'>Espelho e sombra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um mais obscuro, outro mais real.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Corte no rosto gera o escândalo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Visão na água turva quando o dia ainda é claro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Velocidade da luz no corpo suave&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tamanha admiração em um pequeno borbulhar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teria sido mais bela a realidade vista da retina&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conturbando os intensos neurônios despedaçados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                                  João Corumba&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Coragem é dignidade plena da inconsciência, pois é marcada pelo calor do instinto"-JC&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4768148670524095309-450364938151146158?l=alusaoaodesencanto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/feeds/450364938151146158/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4768148670524095309&amp;postID=450364938151146158&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/450364938151146158'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/450364938151146158'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/2009/11/face-da-face.html' title='A face da face'/><author><name>Alusão ao desencanto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06830009798581670058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_TEMC3apS_bk/StSYwEW2hvI/AAAAAAAAAAs/vqC0qCmsXvg/S220/JC.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4768148670524095309.post-6139387897221798621</id><published>2009-11-12T16:24:00.000-03:00</published><updated>2009-11-12T16:29:29.928-03:00</updated><title type='text'>Triste tristeza</title><content type='html'>Tristeza é uma característica do ser humano e não um estado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após um intenso processo para se chegar a uma conclusão do que seria a dor e o que provocaria a sua permanência em nossas almas, a tristeza por sua vez ganhou uma definição concreta por toda a minha intimidade mental, simplesmente não deixei prevalecer a idéia de que fosse um estado, um sentimento que tem uma origem definida, que tem uma explicação segura para a sua existência em “determinados” momentos de nossas vidas. O sofrimento acompanhado pelas suas marcas é uma falsa idéia de que ali se concentrou um elemento que destruiu e logo após se isolou, ou foi completamente demolido. É claro que a alma possui os seus anticorpos ( a sensibilidade aflorada), assim como o nosso corpo para combatermos os antígenos que nele penetram. Mas a tristeza não possui essa capacidade de ser destruída, uma vez que a destruição é a sua maior característica, a sua maior fonte de consumo. Se pararmos para pensar, o resultado da reflexão é que somos tristes com tudo aquilo que vemos sair de dentro de nós, até mesmo a força da sensibilidade é motivo para desprezar a nossa própria existência.&lt;br /&gt;Analisando por um olhar comum, temos como meta a felicidade. Logo, se temos como meta a felicidade, porque não nos desfazemos da  tristeza de uma forma imediata? Porque para isso teríamos que nos desfazer, já que ela vive dentro de nós.Apenas temos como meta a felicidade para darmos sentido a vida, de uma forma como ela nunca foi, embora seja algo que ainda vive no escuro sem brilhar e sem perspectiva de ser encontrado, já a tristeza não, a tristeza brilha dentro de nós, nos deixa mais ativos, mais produtivos, é algo que surge de dentro, sem explicação, é assim como tudo aquilo que ocorre dentro da mente humana, já é algo esperado, porque até mesmo as  coisas imprevisíveis que dela surgem, já não causam tanto espanto.A tristeza está por toda a nossa essência e principalmente no nosso olhar, o mais importante acesso para o seu reconhecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;” Todo mundo é parecido quando sente dor”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Após uma visita ao psiquiatra)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Corumba&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4768148670524095309-6139387897221798621?l=alusaoaodesencanto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/feeds/6139387897221798621/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4768148670524095309&amp;postID=6139387897221798621&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/6139387897221798621'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/6139387897221798621'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/2009/11/triste-tristeza.html' title='Triste tristeza'/><author><name>Alusão ao desencanto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06830009798581670058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_TEMC3apS_bk/StSYwEW2hvI/AAAAAAAAAAs/vqC0qCmsXvg/S220/JC.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4768148670524095309.post-3311141723521115008</id><published>2009-11-07T05:54:00.000-03:00</published><updated>2009-11-07T06:01:59.337-03:00</updated><title type='text'>O aplauso do pensador</title><content type='html'>“O pensador não tem necessidade de nenhuma aprovação e, tampouco, de aplauso, desde que esteja certo dos seus próprios aplausos....”&lt;br /&gt;Friedrich Nietzsche&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1-Nesse poço posso pensar que sou um pensador cheio de incertezas, cheio de medo e com milhares de faces. Não vivo só para ser notado e sim para ter o conhecimento completo do que é viver, assim como não sofro só por sofrer, mas sim pra poder conhecer o sofrimento de perto.Todos esses argumentos é para termos uma certa visão de que a vida nos ensina a sermos mais resistentes aos cortes que a sua navalha nos causa.O verdadeiro pensador sofreu para pensar, porque pensar dói, porque quando se pensa, pensa em ser verdadeiro, e até ser verdadeiro é um processo doloroso, é um sofrimento que parece não ter fim. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2- Porque pensamos? Porque queremos aplausos? Eu seria infeliz se minha obra dependesse de mim, se dependesse dos meus próprios aplausos, não teria prazer em formar um completo cenário no meu interior, e me sentir visível nesse campo, nessa área imaginária, nesse foco tímido, como se fosse irrelevante essa tentativa que é pensar sobre o que pensaram sobre o que pensei.Mas também nem vejo o aplauso como algo verdadeiro, pois assim como há pensamentos inseguros, há também aplausos inseguros. Nem todo aplauso significa reconhecimento, às vezes não passa de um simples  gesto de gentileza, que também não me parece ser um gesto sincero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3- Logo, o que seria o aplauso? Um impulso pra agradar? Ou seria um suposto “reconhecimento” raso para não desestimular? E o que seria um pensamento sincero? &lt;br /&gt;Um pensamento que surgiu com a ganância de ser verdadeiro? E o que é ser verdadeiro?&lt;br /&gt;O que é ser artificial? As respostas ficam no ar como os pensamentos do pensador que não acredita nele mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Corumba&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O que provoca a ascensão do pensamento é a penetrante visão na realidade"-JC&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4768148670524095309-3311141723521115008?l=alusaoaodesencanto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/feeds/3311141723521115008/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4768148670524095309&amp;postID=3311141723521115008&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/3311141723521115008'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/3311141723521115008'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/2009/11/o-aplauso-do-pensador.html' title='O aplauso do pensador'/><author><name>Alusão ao desencanto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06830009798581670058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_TEMC3apS_bk/StSYwEW2hvI/AAAAAAAAAAs/vqC0qCmsXvg/S220/JC.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4768148670524095309.post-5528464457728804877</id><published>2009-11-06T09:45:00.000-03:00</published><updated>2009-11-07T04:44:25.072-03:00</updated><title type='text'>Loucura em sua loucura</title><content type='html'>Ecos distantes dançam na cratera do&lt;br /&gt;tímpano, aves distraem os olhos, o&lt;br /&gt;espelho te mostra que você não existe,&lt;br /&gt;os objetos somem quando o escuro se&lt;br /&gt;torna presente.&lt;br /&gt;Engolido pela impressão, um sabor a mais,&lt;br /&gt;um grito sem desespero, é calmo, leve como&lt;br /&gt;o amor, pesado como a ilusão, simples como&lt;br /&gt;um doce, é uma visão estúpida sem realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Corumba&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O brilho que surge em nossa visão é uma energia fabricada pela ilusão que os olhos buscam para se proteger da realidade, do clarão que incomoda"-JC&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4768148670524095309-5528464457728804877?l=alusaoaodesencanto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/feeds/5528464457728804877/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4768148670524095309&amp;postID=5528464457728804877&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/5528464457728804877'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/5528464457728804877'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/2009/11/loucura-em-sua-loucura.html' title='Loucura em sua loucura'/><author><name>Alusão ao desencanto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06830009798581670058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_TEMC3apS_bk/StSYwEW2hvI/AAAAAAAAAAs/vqC0qCmsXvg/S220/JC.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4768148670524095309.post-504046729878659932</id><published>2009-11-01T00:01:00.000-03:00</published><updated>2009-11-01T00:22:15.703-03:00</updated><title type='text'>"Acrofobia"</title><content type='html'>Ao homem devemos perguntar. Saberá chegar até o topo e reconhecer o auge? O que virá disso não se sabe, mas se houver resposta é lucro. Nessa profundidade desconhecida, chamada “felicidade”, vemos as incertezas como elementos fundamentais para o nosso fracasso, ninguém saberia deduzir, mas é ela nos apertando, a famosa decepção,coagulando nossos sentidos para nos fotografar já paralisados, apáticos, exasperados, como se fosse prazeroso, como se fosse hábito, como se fosse perfeito, como se não fosse tão amargo assim.É como gelar feito a felicidade, que fica no seu canto escondida como se fosse uma obra intocável, um elemento que nem deveria existir.Talvez não devesse existir realmente, assim analiso de um modo humilde, pois desse modo o sentido da ascensão não seria tão valorizado como ele é, seriamos visados pela força comum, pela carga negativa que desde cedo aprendemos a carregar, em nossos ombros, em nossos olhares tristes, em nossas visões turvas, em nossos medos pálidos, e pelos nossos dias loucos para serem esquecidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Corumba&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;" Antes de escolher um esconderijo pense nos meios possíveis de sair dele sem ser visto"-JC&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4768148670524095309-504046729878659932?l=alusaoaodesencanto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/feeds/504046729878659932/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4768148670524095309&amp;postID=504046729878659932&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/504046729878659932'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/504046729878659932'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/2009/10/acrofobia.html' title='&quot;Acrofobia&quot;'/><author><name>Alusão ao desencanto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06830009798581670058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_TEMC3apS_bk/StSYwEW2hvI/AAAAAAAAAAs/vqC0qCmsXvg/S220/JC.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4768148670524095309.post-7836048693612174499</id><published>2009-10-26T20:48:00.000-03:00</published><updated>2009-10-26T20:56:41.380-03:00</updated><title type='text'>Rascunho do pensamento</title><content type='html'>&lt;p style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;No limite do cansaço do homem, um desejo peculiar, que excita e promove o alívio quando se depara com um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;objetivo&lt;/span&gt; atingido. O ser é a liberdade viva e “pura” que possui uma grandeza guardada no peito, não vejo como algo tão importante, mas necessário, um orgulho preso, limpo e tão claro que se abre apenas quando tudo está bem.&lt;br /&gt;Não existem sorrisos infiéis, depois que o corpo absorve a vitória, depois que a alma se sente livre, é tudo menos confuso, é tudo menos estranho. Não há pecado nenhum para o homem vivo, o pecado é apenas um meio para nos distrair, mudar a atenção para um único foco. O pecado é uma criação daquilo que não existe.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;O amor que surge, é como um nó, consome o coração e o coração engole o cérebro que almeja prazer, pois o homem em si detesta sentir dor. O ser infame é visto com os olhos crus, com a retina deslocada, que não concentra o olhar na pureza que a visão real pode nos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;proporcionar&lt;/span&gt;.Pena, que o homem nasceu só, com a liberdade presa no peito, com os pensamentos presos na alma, uma liberdade com pernas curtas. O homem é o equívoco, é o erro que sobrevive, a cegueira da visão, o olho fechado, porém pouco sonolento.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;O cansaço é apenas uma desculpa, é o período de reflexão, é a recuperação dos sentidos, é o olho se recuperando do estrago que a visão real &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;proporcionou&lt;/span&gt;, uma visão com a total clareza, e que mostrou todos os defeitos da humanidade. Querer ganhar sem ter o total preparo para a vitória, é um dos grandes defeitos do homem, que busca em si uma pureza que jamais em sua completa existência encontrará, pois o ser humano é o que polui e é a própria poluição do universo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;João &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;Corumba&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-style: italic;"&gt;"Quem corre de si mesmo, mora dentro dos olhos dos outros"-JC&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255); font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4768148670524095309-7836048693612174499?l=alusaoaodesencanto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/feeds/7836048693612174499/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4768148670524095309&amp;postID=7836048693612174499&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/7836048693612174499'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/7836048693612174499'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/2009/10/rascunho-do-pensamento.html' title='Rascunho do pensamento'/><author><name>Alusão ao desencanto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06830009798581670058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_TEMC3apS_bk/StSYwEW2hvI/AAAAAAAAAAs/vqC0qCmsXvg/S220/JC.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4768148670524095309.post-5312293489066321435</id><published>2009-10-18T21:39:00.000-03:00</published><updated>2009-10-18T22:36:02.882-03:00</updated><title type='text'>Nascimento</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255); font-style: italic;"&gt;Vago indivíduo a alterar um plano de vida ainda impotente. Nas mãos de uma primavera ainda virgem, sem flores perfumadas e sem alma de primavera. O olhar se revela tímido pela dimensão que não atinge, pela leveza que é enxergar e pela dor que é não se ver.Nada faz sentido a não ser ver sentido em tudo, a não ser ver o caminhar das pernas sem equilíbrio em busca da razão de sua essência. Vago olhar sem legenda no olhar daquele que acaba de chegar, não só para o mundo que ver, mas para o seu próprio mundo, seu próprio espírito, sua própria caixa de medos, para o seu próprio umbigo. É fácil ser sentido nesse momento, o complexo é sentir e perceber que é necessário, e perceber que faz parte da natureza que nos promove como seres da sua fortaleza e do seu mundo que na verdade somos nós. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255); font-style: italic;"&gt;Nada de pecado, ainda que seja registrado no &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255); font-style: italic;" class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;inicio&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255); font-style: italic;"&gt;. Não se mede a proporção de um pecado em um ser indefeso que mal se entende, que mal percebe a sua intimidade, que mal se abre pra um imenso conforto, que mal sabe o que é o bem e muito menos o mal.Não sabe se aplicar, mas também tudo que se aplica morre, e isso não se faz por bondade. Seu tempo não corre na natureza, é apenas um vestígio de leveza que aparenta ser algo que se regenera, mas com o tempo vemos a dor no tempo. Nunca saberá viver esse presente, pois é a oportunidade de conhecer a vida por um ângulo sem contexto, sem expressão, um tanto quanto desvalorizada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255); font-style: italic;"&gt;João Corumba&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;"A memória é um museu, é a presença do que passou e deixou registrada a sua importância"-JC&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4768148670524095309-5312293489066321435?l=alusaoaodesencanto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/feeds/5312293489066321435/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4768148670524095309&amp;postID=5312293489066321435&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/5312293489066321435'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/5312293489066321435'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/2009/10/nascimento.html' title='Nascimento'/><author><name>Alusão ao desencanto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06830009798581670058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_TEMC3apS_bk/StSYwEW2hvI/AAAAAAAAAAs/vqC0qCmsXvg/S220/JC.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4768148670524095309.post-3143895006233961528</id><published>2009-10-16T15:28:00.000-03:00</published><updated>2009-10-16T15:42:00.434-03:00</updated><title type='text'>Inexistência</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Espaços ocupados por &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;antígenos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Alimentam a razão da inexistência&lt;br /&gt;Causando o caos no interior profundo&lt;br /&gt;Desafiando os aflitos glóbulos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim se despede de uma solta caminhada&lt;br /&gt;Apelando pelos passos que ninguém passa&lt;br /&gt;Construindo os sons &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;incomparáveis&lt;/span&gt; na estrada vasta&lt;br /&gt;Onde os rumos são puros e infalíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jornadas se encerram antes do inicio&lt;br /&gt;E consomem o corpo que se alimenta de vicio&lt;br /&gt;Que corre na &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;direção&lt;/span&gt; inversa a verdade&lt;br /&gt;Nos mais longos passos vazios e intocáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;Corumba&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;"Nasceu e é da espécie humana, consequentemente se entregará a poluição do mundo"-&lt;/span&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;JC&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4768148670524095309-3143895006233961528?l=alusaoaodesencanto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/feeds/3143895006233961528/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4768148670524095309&amp;postID=3143895006233961528&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/3143895006233961528'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/3143895006233961528'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/2009/10/inexistencia.html' title='Inexistência'/><author><name>Alusão ao desencanto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06830009798581670058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_TEMC3apS_bk/StSYwEW2hvI/AAAAAAAAAAs/vqC0qCmsXvg/S220/JC.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4768148670524095309.post-46868696371528616</id><published>2009-10-15T09:52:00.000-03:00</published><updated>2009-10-15T09:57:55.688-03:00</updated><title type='text'>Desconhecido</title><content type='html'>&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Já ouviu o grito da morte?&lt;br /&gt;Já sentiu o cheiro da morte?&lt;br /&gt;Já notou como as flores ficam sentidas?&lt;br /&gt;Já notou como os olhos se enchem de lágrimas&lt;br /&gt;de fogo que saem queimando o corpo?&lt;br /&gt;Já tentamos diversas vezes sentir essa angústia,&lt;br /&gt;mas somos filhos de almas fracas, sem poder algum.&lt;br /&gt;Nosso sentimento corre beirando os rios de lágrimas,&lt;br /&gt;somos humanos mas também queremos sentir o&lt;br /&gt;gosto desse grande desastre.&lt;br /&gt;O olhar fixo para o nada?Quem morre não sente dor.&lt;br /&gt;O corpo é servo da alma confusa, que cria esperanças.&lt;br /&gt;Só o que resta é carvão…Aquele mundo só nosso reflete&lt;br /&gt;nos espelhos da verdade e se bate nos olhos do desespero.&lt;br /&gt;A queda, saborosa enquanto existe.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;&lt;br /&gt;Já sentiram mil facas entrando, penetrando a sua alma?&lt;br /&gt;Então não sabem o motivo de estarem vivos aqui hoje.&lt;br /&gt;O sorriso sarcástico da despedida constrange a realidade nua.&lt;br /&gt;A grande indústria do medo é a própria vida!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Corumba&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;"Sangue jovem é tão puro que o instinto não sabe provar"-&lt;/span&gt;JC&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4768148670524095309-46868696371528616?l=alusaoaodesencanto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/feeds/46868696371528616/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4768148670524095309&amp;postID=46868696371528616&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/46868696371528616'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/46868696371528616'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/2009/10/desconhecido.html' title='Desconhecido'/><author><name>Alusão ao desencanto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06830009798581670058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_TEMC3apS_bk/StSYwEW2hvI/AAAAAAAAAAs/vqC0qCmsXvg/S220/JC.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4768148670524095309.post-5289825332319467351</id><published>2009-10-15T09:42:00.000-03:00</published><updated>2009-10-15T09:44:03.836-03:00</updated><title type='text'>Sentir-se paralisado</title><content type='html'>&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;No chão, o receio de fazer parte dele, de se olhar e se sentir na boca do lixo. Já o tempo que corria vai se perdendo na lentidão do seu poder de pensar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Já os olhos da vida observam a cena de cima do muro e admiram sorrindo os obstáculos que se formam sozinhos com o calor do tempo, com a dor da experiência angustiada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Sentir-se paralisado comove a todos, espalha pelas cabeças pensantes uma enorme sensação de medo e de estar preso a um só caminho. Sentir-se paralisado é atrair imagens sofridas.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;João Corumba&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;"Nos fios incertos em pleno silêncio vazio torna-se a alma em formato de escudo"-&lt;/span&gt;JC&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4768148670524095309-5289825332319467351?l=alusaoaodesencanto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/feeds/5289825332319467351/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4768148670524095309&amp;postID=5289825332319467351&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/5289825332319467351'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/5289825332319467351'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/2009/10/sentir-se-paralisado.html' title='Sentir-se paralisado'/><author><name>Alusão ao desencanto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06830009798581670058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_TEMC3apS_bk/StSYwEW2hvI/AAAAAAAAAAs/vqC0qCmsXvg/S220/JC.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4768148670524095309.post-1694013957526028578</id><published>2009-10-14T13:20:00.000-03:00</published><updated>2009-10-14T13:30:30.807-03:00</updated><title type='text'>Pureza se deflora</title><content type='html'>&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;        &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se ama a pureza após deflorada&lt;br /&gt;Nas margens do amor imprevisível&lt;br /&gt;E quando no peito a dor é condenada&lt;br /&gt;A honra dos homens se torna invisível&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nasce o fruto do que já foi puro&lt;br /&gt;Nasce beirando o silêncio a chorar&lt;br /&gt;Se sente de longe um ruído no escuro&lt;br /&gt;É a  esperança que queriam abortar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do alto do amor um afeto impecável&lt;br /&gt;Seduz a vida em seu vínculo original&lt;br /&gt;Nasceu cuspido de um amor instável&lt;br /&gt;Entre os intensos fios do bem e do mal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Peca a natureza após ser singela&lt;br /&gt;È assim pra todos que estão vivendo&lt;br /&gt;É como se pecar fosse na hora em que se gera&lt;br /&gt;É uma dor que já nasce morrendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Corumba&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;"A alma é essa coisa que nos pergunta se a alma existe"-&lt;/span&gt; &lt;a class="autor" href="http://www.pensador.info/autor/Mario_Quintana/"&gt;Mário Quintana&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4768148670524095309-1694013957526028578?l=alusaoaodesencanto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/feeds/1694013957526028578/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4768148670524095309&amp;postID=1694013957526028578&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/1694013957526028578'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/1694013957526028578'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/2009/10/pureza-se-deflora.html' title='Pureza se deflora'/><author><name>Alusão ao desencanto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06830009798581670058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_TEMC3apS_bk/StSYwEW2hvI/AAAAAAAAAAs/vqC0qCmsXvg/S220/JC.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4768148670524095309.post-6671611888893290652</id><published>2009-10-13T15:07:00.000-03:00</published><updated>2009-10-13T15:15:02.248-03:00</updated><title type='text'>O despertar</title><content type='html'>&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;O nascer do sol, encolhe o frio disperso&lt;br /&gt;O dia nasce brilhante, nasce com um cheiro indígena,&lt;br /&gt;nu até a alma.&lt;br /&gt;Um espelho refletindo o clarão do infinito&lt;br /&gt;uma alma sorriu cores inexistentes&lt;br /&gt;Um ruído surgiu entre as aberturas causadas pelo pensamento&lt;br /&gt;matutino que mal se acendeu&lt;br /&gt;O corpo masculino berrava no calor dos raios solares para&lt;br /&gt;impressionar a menina dos olhos luminosos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parecia um céu incendiado&lt;br /&gt;Deixando cair cinzas no oceano de glória&lt;br /&gt;Nos muros orgulhosos de conhecer mais um novo&lt;br /&gt;dia, apenas no seu lado paralisado de sempre!&lt;br /&gt;De repente os sentimentos dos pássaros, transmitidos&lt;br /&gt;através dos seus cantos&lt;br /&gt;E um aceso olhar voando junto com as asas da manhã, que se sentem&lt;br /&gt;as mais belas ao voar junto com as partículas do dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Corumba&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Acredito na salvação quando a morte vem, quando há despedida"-JC&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4768148670524095309-6671611888893290652?l=alusaoaodesencanto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/feeds/6671611888893290652/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4768148670524095309&amp;postID=6671611888893290652&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/6671611888893290652'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/6671611888893290652'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/2009/10/o-despertar.html' title='O despertar'/><author><name>Alusão ao desencanto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06830009798581670058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_TEMC3apS_bk/StSYwEW2hvI/AAAAAAAAAAs/vqC0qCmsXvg/S220/JC.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4768148670524095309.post-2876492273381193225</id><published>2009-10-13T14:53:00.000-03:00</published><updated>2009-10-13T15:04:35.515-03:00</updated><title type='text'>Deixe-me</title><content type='html'>&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Deixe-me olhar a Terra&lt;br /&gt;Com os olhos de um cego&lt;br /&gt;Deixe-me olhar o escuro&lt;br /&gt;Com os olhos luminosos&lt;br /&gt;Que penetram na ausência da luz&lt;br /&gt;Distúrbios óbvios&lt;br /&gt;No fim quando paro e sinto na pele&lt;br /&gt;Acabo sabendo que errei demais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Corumba&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Os olhos da vida se prendem na alma, na alma cega do teu ser, nos colares de vidro&lt;br /&gt;que te ferem, onde vozes gritam "Viver, viver" " JC&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4768148670524095309-2876492273381193225?l=alusaoaodesencanto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/feeds/2876492273381193225/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4768148670524095309&amp;postID=2876492273381193225&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/2876492273381193225'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/2876492273381193225'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/2009/10/deixe-me.html' title='Deixe-me'/><author><name>Alusão ao desencanto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06830009798581670058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_TEMC3apS_bk/StSYwEW2hvI/AAAAAAAAAAs/vqC0qCmsXvg/S220/JC.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4768148670524095309.post-6837149674273537210</id><published>2009-10-13T14:36:00.000-03:00</published><updated>2009-10-13T14:46:09.891-03:00</updated><title type='text'>Catástrofe</title><content type='html'>&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Dos pensamentos mais sórdidos,&lt;br /&gt;a sequela que a verdade carrega,&lt;br /&gt;a sombra do sorriso burro que se&lt;br /&gt;identifica com o segredo daquilo&lt;br /&gt;que não se constrói, apenas purifica&lt;br /&gt;o que alimenta o desejo de se sentir&lt;br /&gt;vivo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Outra, o meu mundo é um labirinto&lt;br /&gt;escuro, se houver luz cega os ideais,&lt;br /&gt;é um escuro rancoroso que não abre&lt;br /&gt;as portas, é a prisão para a liberdade,&lt;br /&gt;é a falta de tudo que se vive, é um poço&lt;br /&gt;sentimental pobre, rico, frio, sarcástico,&lt;br /&gt;é o triste fim do pensamento que teme o&lt;br /&gt;ínicio de uma longa história.&lt;br /&gt;Eles sabem, eu sei, você sabe, porém ficamos&lt;br /&gt;calados, e construímos barreiras duvidosas,&lt;br /&gt;no percurso que não se tolera, só os momentos&lt;br /&gt;felizes podem rasgar essa angústia e todos os&lt;br /&gt;sentimentos de dor que nesse meu corpo morto&lt;br /&gt;existe.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;João Corumba&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Os melhores olhos são aqueles que usam da visão como uma forma de sobrevivência, e não&lt;br /&gt;para enxergar os fragmentos defeituosos"-JC&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4768148670524095309-6837149674273537210?l=alusaoaodesencanto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/feeds/6837149674273537210/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4768148670524095309&amp;postID=6837149674273537210&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/6837149674273537210'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/6837149674273537210'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/2009/10/catastrofe.html' title='Catástrofe'/><author><name>Alusão ao desencanto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06830009798581670058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_TEMC3apS_bk/StSYwEW2hvI/AAAAAAAAAAs/vqC0qCmsXvg/S220/JC.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4768148670524095309.post-8809874221862026474</id><published>2009-10-13T14:14:00.000-03:00</published><updated>2009-10-13T14:27:00.907-03:00</updated><title type='text'>Amor</title><content type='html'>&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;O homem ama, desidrata!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;A mulher ama, mas não se mata!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;O homem implora, não desiste!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;A mulher chora, até insiste!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Ele desaba sobre o corpo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Ela bebe as lágrimas, resiste!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Espera outra beleza pra se encantar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Enquanto o homem se vai&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Deixando o olhar triste anunciar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;A sua partida marcada pelo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;desafeto&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Pelo apego estreito que desabou&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Que partiu o nó, a única força &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;ativa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Que trocou a felicidade&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Por uma vaidade corrosiva&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Ele se foi!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Ela ficou!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Ele é nunca mais!&lt;br /&gt;Ela é pra sempre!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;Corumba&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;"Todos os lugares desconhecidos sempre nos guardam surpresas desagradáveis"-&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;JC&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4768148670524095309-8809874221862026474?l=alusaoaodesencanto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/feeds/8809874221862026474/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4768148670524095309&amp;postID=8809874221862026474&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/8809874221862026474'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/8809874221862026474'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/2009/10/amor.html' title='Amor'/><author><name>Alusão ao desencanto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06830009798581670058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_TEMC3apS_bk/StSYwEW2hvI/AAAAAAAAAAs/vqC0qCmsXvg/S220/JC.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4768148670524095309.post-5382128469623980757</id><published>2009-10-13T12:01:00.000-03:00</published><updated>2009-10-13T12:04:49.394-03:00</updated><title type='text'>Desencanto</title><content type='html'>&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Desencantado sorriu um sorriso medroso, para a fúria da vida, para a delicada loucura. Fez da nua ausência de coragem, uma exposição para achar &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;prazeroso&lt;/span&gt; o imaginário sem fundamento. Um corte, uma angústia fortalecida, uma noite mal dormida, um estrago psicológico, e uma correnteza fraca, como veias tímidas, que temem o próprio líquido que acolhem. Na garganta, nada se purifica, nada se desfaz, muito menos o nó que se satisfaz preso a ela. O chão &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;constrói&lt;/span&gt; o receio de ser tocado, se refaz em lâminas, se protege em pedaços cortantes, não é fruto do desprazer, é a vontade de se sentir leve, sem nenhuma força humana.Os segredos, a corrida interna, o pensamento pálido, os olhos descontrolados, a questão mal elaborada, a proibida fuga, os desafios da lei, a sorte já encontrada, a saída preferida, os poderes na estante, a fortaleza em meu nome, tudo foi construído com a fragilidade que a força humilde traduz, com a mansa passagem do tempo desprotegido, com a calma da veia que adormece com o descuido de um coágulo. As manhãs nascem sem sorte, amadurecem suavemente, fazem do raio luminoso um olho aceso no auge da explosão, onde as luzes se aproximam com uma irritação organizada, alcançando toda a beleza da cor efusiva, e a imagem da destruição já reduzida. Pensamentos sem alicerce fazem do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;objetivo&lt;/span&gt; uma visão dilacerada, uma coragem desesperada, uma estranha sensação de queda.Assim que enxergo, cego na pureza do medo, e com visão de espião dos momentos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;insanos&lt;/span&gt; e fracassados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;João  &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;Corumba&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Todo desencanto é o descontrole interno, é o que mais se pressente quando a fraqueza conduz"-JC&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4768148670524095309-5382128469623980757?l=alusaoaodesencanto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/feeds/5382128469623980757/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4768148670524095309&amp;postID=5382128469623980757&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/5382128469623980757'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768148670524095309/posts/default/5382128469623980757'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alusaoaodesencanto.blogspot.com/2009/10/desencanto.html' title='Desencanto'/><author><name>Alusão ao desencanto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06830009798581670058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_TEMC3apS_bk/StSYwEW2hvI/AAAAAAAAAAs/vqC0qCmsXvg/S220/JC.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry></feed>
